Os rastreios que serão efetuados nas próprias escolas, permitirão identificar precocemente alterações que podem comprometer a aprendizagem da leitura e da escrita.
Segundo dados da autarquia, dos 121 rastreios realizados, 34,7% apresentaram resultados normais, 47,1% evidenciaram alterações e 18,2% necessitam de repetição. No total, 65,3% das crianças avaliadas apresentaram alterações ou necessidade de nova avaliação.
As crianças com alterações foram encaminhadas para consultas de Otorrinolaringologia, em colaboração com o Hospital Particular do Algarve.
O projeto pioneiro contou também com a parceria da Universidade do Algarve, permitindo desenvolver investigação sobre saúde auditiva infantil e realizar sessões de sensibilização para a comunidade educativa, conduzidas pela professora Ana Catarina Batista, sobre o impacto destas alterações no desenvolvimento infantil.