Para os organizadores, o Algarve é uma das regiões onde é mais difícil comprar ou arrendar casa, explicando que a habitação perdeu a sua função residencial e tornou-se objeto de investimento e especulação, e questionam: "onde vamos morar nós, os que habitamos o Algarve?"
Num comunicado divulgado, referem que "se a política de habitação do governo tolera a especulação, mas não tolera o direito à manifestação, têm que ser as ruas a expulsar os fundos de especulação e a garantir que a propriedade privada não é um direito absoluto, tem limites e deve tê-los quando entra em conflito com o bem-estar coletivo", lê-se no documento.