No início do projeto daquela área verde, a autarquia definiu que as cantarias, "consideradas um relevante património resistente à passagem dos anos", ficariam instaladas numa estrutura própria, de modo a preservar e a tornar acessível a todos aquele elemento da memória histórica e arquitetónica de Portimão.
No entanto, nos últimos meses, as estruturas e as cantarias têm sido alvo de atos de vandalismo, desde "inscrições, pichagens, riscos e deposição de resíduos", segundo regista o Município numa nota publicada, facto que obrigou à realização de várias ações de conservação e de manutenção no local.
Os trabalhos têm sido efetuados pela equipa de conservação e restauro do Museu de Portimão sempre que se verificam danos e atos de vandalismo.
Com vista a evitar comportamentos que prejudiquem aquele património, o Município promove uma campanha com o objetivo de sensibilizar a população. A intenção é apelar para que todos contribuam para a preservação daquele importante conjunto.
A autarquia recorda que os elementos em questão remontam ao século XVI, sendo um símbolo arquitetónico daquela época e da história da cidade. O Município diz que estas ocorrências obrigam a gastos financeiros e ao esforço das equipas do Museu Municipal de Portimão que poderiam ser direcionados para outras ações de conservação do património municipal.
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