As intervenções financiadas pelo Fundo Ambiental, através do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), visaram tornar o edifício mais eficiente em termos energéticos, onde foram feitas intervenções ao nível do isolamento térmico da cobertura, da substituição de vãos envidraçados, do sistema de aquecimento, ventilação e ar condicionado e foi instalado um sistema solar fotovoltaico. "Além da eficiência energética, as ações levadas a cabo, que se complementam, permitirão melhorar as condições de habitabilidade, conforto, redução de custos e redução de CO2", lê-se na nota publicada.
"Pretende-se que as medidas adotadas possam conduzir, em média, a pelo menos 30% de redução do consumo de energia primária no edifício agora intervencionado", sublinha a UAlg.