Segundo comunicado da ULS, a medida visa reforçar a capacidade de resposta dos serviços de saúde algarvios, "numa altura em que várias especialidades continuam a enfrentar carências significativas de profissionais".
Do total de vagas aprovadas, 17 destinam-se à área de Medicina Geral e Familiar (MGF), 96 a médicos especialistas da área hospitalar e 4 à área de Saúde Pública.
Entre as 117 vagas, 19 foram classificadas como vagas carenciadas, o que é também um número recorde, beneficiando por isso "de um regime remuneratório mais atrativo", com o objetivo de aumentar a capacidade de fixação de médicos em especialidades e zonas onde a escassez de profissionais é mais acentuada, adianta a entidade.
A expetativa do conselho de administração da ULS Algarve é que este reforço permita melhorar a resposta assistencial na região, reduzindo a pressão sobre os serviços e aumentando o acesso da população a cuidados de saúde diferenciados e de proximidade.