O espetáculo contou com a participação de sete projetos artísticos: NECI, Associação Algarvia, Centro de Paralisia Cerebral de Beja, ECOS – Oficina de Dança, Academia de Ballet, ACASO e a Residência Artística, que reuniu participantes de diferentes entidades num processo criativo coletivo. "Esta residência resultou numa apresentação desenvolvida e apresentada neste espetáculo, refletindo práticas artísticas colaborativas e afirmando a arte enquanto ferramenta de inclusão social", destaca nota divulgada da associação Teia D'Impulsos.
Reforçando o seu compromisso com a acessibilidade, o espetáculo contou com interpretação em Língua Gestual Portuguesa. A entrada no evento foi gratuita, mediante levantamento prévio de bilhete na bilheteira do TEMPO.
A Teia D'Impulsos considera que o Festival de Artes Inclusivas afirmou-se como um momento cultural de referência, sublinhando a importância de iniciativas que promovem a igualdade de oportunidades e a participação ativa de pessoas com diversidade funcional na vida cultural da região.
Este projeto foi apoiado pelo Programa Algarve 2030.