O DigiATLA, com o objetivo de acelerar a transformação digital do setor da aquacultura na região atlântica, teve início em janeiro de 2026. O arranque operacional reuniu nos dias 3 e 4 de fevereiro, em Olhão, parceiros do consórcio que alinharam os objetivos estratégicos, os planos de trabalho e as primeiras ações a desenvolver.
Em comunicado, o S2AQUA explica que o DigiATLA tem como principal objetivo: "reforçar as capacidades digitais do setor da aquacultura, promovendo práticas mais sustentáveis, a nutrição de precisão e a adoção de tecnologias da Indústria 4.0. O projeto responde a desafios estruturais da aquacultura atlântica, nomeadamente a reduzida integração de soluções digitais, as ineficiências produtivas e o impacto ambiental da atividade, fatores que condicionam a competitividade e a resiliência do setor".
O consórcio do DigiATLA integra sete parceiros de vários países da região atlântica, reunindo entidades de investigação, inovação e empresas, nomeadamente o S2AQUA (líder do projeto), IPMA – Instituto Português do Mar e da Atmosfera – , a empresa algarvia SPAROS, o Centro de Investigación Mariña (CIM) – Universidade de Vigo (Espanha) – , a University of Galway (Irlanda), o INRAE (França) e o Institut Agro Rennes-Angers (França).
Enquanto líder do consórcio, o S2AQUA é responsável pela coordenação global do projeto, assegurando a articulação entre os parceiros, bem como o respetivo acompanhamento técnico, administrativo e estratégico das atividades ao longo dos 30 meses de implementação, entre janeiro de 2026 e junho de 2028.