Assim, às 14h00, junto a uma árvore plantada na Praça 1º de Maio, e ao som de música ao vivo, serão enterrados simbolicamente os materiais de comunicação da programação, deixando na cidade um testemunho do caminho percorrido.
A partir das 15h00 no Auditório do Museu de Portimão, Giacomo Scalisi, co-director artístico da Lavrar o Mar, fará um balanço de todo o trabalho desenvolvido, seguido de uma apresentação que reunirá mais uma vez as vozes do antropólogo Pedro Prista, do escritor Sandro William Junqueira, do filósofo Nélio Conceição, do artista Paulo Quaresma e da historiadora Maria João Raminhos Duarte, os mentores do “Laboratório do Pensamento”, um dos projetos do centenário, "num diálogo sobre as múltiplas camadas da cidade e os caminhos para os próximos 100 anos", explica a nota.
Ainda neste âmbito, segue-se a apresentação de “Futuro a Cores”, um documentário do jovem realizador portimonense Jonas Canelo, que encerra a programação artística do centenário de Portimão, com um olhar renovado sobre o que está por vir.
Como gesto final, as fotografias da exposição “A Cidade Fala”, de João Tuna, João Mariano e Filipe da Palma, que esteve patente nas janelas do Museu de Portimão, serão entregues aos seus protagonistas, num ato que celebra aqueles que deram rosto a esta homenagem artística à cidade.