Segundo a mesma fonte, o homem, de 44 anos, que praticou os crimes entre abril de 2025 e abril de 2026, foi ouvido hoje em tribunal, que determinou a sua prisão preventiva, medida que poderá vir a ser alterada para prisão domiciliária.
Segundo a Polícia Judiciária (PJ), o homem, que coabitava com a menina de 11 anos, aproveitava-se da ausência da mãe para abordar a vítima, praticando atos sexuais e mantendo-a depois em silêncio com oferta de presentes.
A progenitora terminou o relacionamento logo após os factos serem conhecidos, acrescentou.
O homem, cuja nacionalidade não foi especificada, é vigilante de profissão.
O inquérito é titulado pelo Ministério Público (MP) de Silves.