Segundo a autarquia louletana, num total de 285 candidaturas de agregados familiares e habitacionais elegíveis, foram 36 os que ouviram o seu número ser chamado. As habitações localizam-se na Urbanização Clona, em Loulé (34) e em Quarteira (2), nas tipologias T1, T2, T3 e T4.
Este sorteio destinou-se principalmente à classe média, a profissionais das forças de segurança, professores, jovens até aos 35 anos de idade e também famílias residentes no concelho há mais de 4 anos, esclarece a Câmara numa nota publicada.
A maioria dos fogos (34) foi financiada pelo PRR – Plano de Recuperação e Resiliência.
O presidente da autarquia, Telmo Pinto, destacou a importância do direito à habitação enquanto “direito à dignidade” e sublinhou que estão a ser preparadas novas soluções como o aumento do apoio ao arrendamento para mitigar o impacto das rendas elevadas, visando alcançar “400 a 500 famílias”.
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Desde 2019 que o parque habitacional municipal aumentou de 280 para mais de 500 soluções. Entre casas já entregues, em construção ou projetadas, destacam-se: 387 em Loulé, 71 em Quarteira, 18 em Salir, 18 no Parragil, 12 em Boliqueime, 9 na Tôr, 8 em Almancil e 6 no Ameixial. Na reunião camarária de ontem foi aprovada a construção de 7 fogos em Quarteira, e amanhã, na Assembleia Municipal, vai estar em aprovação o projeto para 56 novas habitações no concelho, lê-se no documento.