Sociedade

Novo comando e mais um agente na Polícia Municipal de Lagos

Fotos - CM Lagos
Fotos - CM Lagos  
 
Iniciaram hoje funções na Polícia Municipal de Lagos o comissário Fábio Coelho, como comandante desta polícia administrativa local, e o chefe principal Hélio Jesus, que desempenhará as funções de adjunto de comando. Ambos são provenientes da Polícia de Segurança Pública (PSP) e conhecedores da realidade local.

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Em comunicado enviado ao Algarve Primeiro, a Câmara de Lagos adianta que hoje também iniciou funções mais um agente municipal.

A formalização do novo comando foi sublinhada pelo presidente da Câmara, que agradeceu a aceitação do convite por parte de Fábio Coelho e Hélio Jesus para o desempenho das funções de comandante e de adjunto do comando, assim como a todos os níveis de comando da PSP, «cujo apoio foi exemplar e determinante para a obtenção da autorização que tornou possível este dia», adianta o comunicado.

Aproveitando a presença das várias forças de segurança que atuam no território, o edil lacobrigense solicitou a continuidade «da boa articulação que tem existido», reiterando a disponibilidade institucional e política para colaborar com as mesmas e para dotar o corpo de Polícia Municipal dos recursos necessários ao cumprimento da respetiva missão «com a dignidade que esta merece».

A terminar, Hugo Pereira dirigiu também uma palavra de reconhecimento ao trabalho realizado pelo anterior comandante, Sérgio Remudas, que qualificou de muito exigente, dado que «foi o construir de toda uma estrutura de procedimentos e atuação a partir do zero».

Fábio Coelho, por seu turno, agradeceu a confiança depositada na nova equipa de comando. Confiante de estar à altura do desafio, o novo comandante acrescentou que a sua primeira atividade será ouvir as entidades, as associações e os próprios agentes municipais, analisar os procedimentos em curso e definir o modelo de policiamento a adotar, «sem nunca abdicar de valores inegociáveis como a proximidade, a visibilidade, o humanismo e a pedagogia, em prol do interesse público», lê-se no documento. Aos agentes, em particular, o comandante reconheceu a exigência das funções, lembrando o orgulho que estes devem sentir por estarem ao serviço da comunidade e manifestando todo o seu apoio.