Sociedade

Município de Olhão identificou 62 pessoas em situação de sem-abrigo

Decorreu na passada quinta-feira, a cerimónia de assinatura do protocolo de parceria entre entidades da Rede Social de Olhão, que se constituíram como NPISA - Núcleo de Planeamento e Intervenção Sem-Abrigo de Olhão.

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Em 2021, os serviços do município procederam ao levantamento dos casos de pessoas em situação de sem-abrigo, tendo identificado 62 pessoas nestas condições, em Olhão. Nesta sequência, foi aprovada a constituição do NPISA de Olhão, que envolve 14 entidades locais e regionais, com o objetivo de promover condições de autonomia e do exercício de cidadania da população em situação de sem-abrigo.
 
Na ocasião, o presidente da autarquia, António Miguel Pina, sublinhou a “necessidade de se trabalhar de forma articulada esta problemática”, razão pela qual “o município se vinha a preparar a algum tempo” para a constituição deste Núcleo.
 
Já a diretora do Centro Distrital da Segurança Social de Faro, Margarida Flores, presente na cerimónia, evidenciou que “vivemos numa sociedade que se preocupa com as pessoas” e que falar da condição de sem-abrigo é falar, antes de mais “de direitos humanos”.
 
 
Integram o Núcleo de Planeamento e Intervenção Sem-Abrigo de Olhão as seguintes entidades:
 
- Município de Olhão;
- Centro Distrital da Segurança Social;
- Administração Regional de Saúde;
- Instituto do Emprego e Formação Profissional;
- Procuradoria do Ministério Público;
- Guarda Nacional Republicana;
- Polícia de Segurança Pública;
- Polícia Municipal;
- Direção Geral de Reinserção e Serviços Prisionais;
- Associação Cultural e de Apoio Social de Olhão;
- Delegações de Moncarapacho-Fuseta e de Olhão da Cruz Vermelha Portuguesa;
- Grupo de Bem Fazer Celeiro de Amor;
- Movimento de Apoio à Problemática da SIDA.