Desde fevereiro que estão sem teto, após terem sido expulsos da casa de um familiar onde estavam até então. A mulher, vítima de violência doméstica, tem apenas um carro, que está a pagar a prestações e além da baixa médica por depressão, sobrevive com o apoio social atribuído aos filhos, um com esquizofrenia e o outro com autismo. Apesar das ajudas alimentares, o que sobra não chega para pagar um teto.
Durante o dia, circulam para poderem comer, tomar banho e dormir. Apesar de estarem sinalizados pela Segurança Social, aguardam por uma resposta que satisfaça as suas necessidades.