O primeiro pagamento da comparticipação do Fundo Ambiental, no valor de 3,7 milhões de euros, foi firmado pela assinatura dos acordos homologados pela Ministra do Ambiente com os municípios de Silves, Castro Marim, Lagoa, Lagos, e as empresas Ambiolhão, Águas do Algarve, FAGAR, InfraMoura, Taviraverde e EMARP.
A cerimónia contou com a presença do presidente da CCDR Algarve e da Autoridade de Gestão do PR Algarve 2030, José Apolinário, do presidente da AMAL, António Pina, e da presidente da Agência para o Clima, Rosário Gama.
O presidente da CCDR Algarve sublinhou que a resposta aos desafios da água exige continuidade, investimento e articulação entre entidades públicas e os fundos europeus. Até 31 de agosto, o PR Algarve 2030 assegurou a execução de 32 milhões de euros de investimento no ciclo urbano da água, em baixa e em alta.
Deste montante, os municípios do Algarve já investiram 16 milhões de euros em eficiência hídrica e redução de perdas, depois da execução de 47,4 milhões de euros com financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência. Só a empresa Águas do Algarve realizou 12 milhões de euros em investimentos na digitalização e monitorização do ciclo da água em alta e intervenções nas Estações de Tratamento de Águas Residuais, que permitirão aumentar a disponibilidade de água residual tratada.
Para a CCDR Algarve, a alocação regional dos fundos europeus permite responder às especificidades do Algarve, território com características e desafios próprios, nomeadamente no que respeita à disponibilidade de água e à exposição aos riscos associados à seca e às alterações climáticas.