Com execução prevista entre 2026 e 2029, a autarquia farense explica numa nota enviada ao Algarve Primeiro, que o projeto abrange vários municípios do Sotavento algarvio, incluindo Faro, e pretende melhorar a qualidade de vida de quem cuida, "contribuindo para a redução da sobrecarga física e emocional, o combate ao isolamento e a superação das dificuldades associadas à prestação informal de cuidados".
Através de ferramentas digitais e de sistemas de monitorização remota, os beneficiários podem manter uma ligação gratuita e permanente a uma equipa constituída por profissionais das áreas de Enfermagem, Psicologia, Medicina, Nutrição, Fisioterapia e Serviço Social, regista a autarquia.
O contacto que será feito em tempo real, através de tablet ou smartphone, permite prestar um acompanhamento especializado adaptado às necessidades de cada cuidador e respetiva família.
Podem beneficiar deste apoio as pessoas que cuidem de alguém há, pelo menos, dois meses, não sendo necessário terem reconhecido o Estatuto do Cuidador Informal.
A admissão é efetuada mediante sinalização e está sujeita aos critérios definidos pelo projeto.
A sinalização ou pré-inscrição pode ser realizada através do Serviço de Atendimento e Acompanhamento Social (SAAS) do Município de Faro - telefones: 289 870 869 | 289 870 870 (Chamadas para a rede fixa nacional), e-mail: [email protected], ou do Centro Humanitário de Tavira da Cruz Vermelha Portuguesa - telefones: 281 324 301 | 281 323 473 (Chamadas para a rede fixa nacional), e-mail: [email protected].