Presente da inauguração, a vice-presidente da Câmara Municipal, Catarina Poço, destacou a relevância da obra de Luís Torres para a valorização da identidade olhanense, da memória coletiva, do património imaterial e do imaginário do concelho.
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Conforme adianta nota da autarquia, natural de Olhão, Luís Torres iniciou o seu percurso na fotografia em 1976, dois anos após a Revolução dos Cravos. Ao longo de cinco décadas, «construiu um vasto e singular registo visual da comunidade e do território, sintetizado na obra Quando éramos só nós, publicada em 2024».
Com curadoria de Nuno de Santos Loureiro, a exposição propõe uma leitura abrangente do trabalho do fotógrafo, evidenciando dimensões que vão além do seu reconhecido valor documental.
A exposição estará patente ao público até 30 de novembro. Após esse período, está prevista a sua circulação por vários espaços culturais de referência, a nível regional e nacional, com o acompanhamento e apoio do Município de Olhão.