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Estudo diz que a dança retarda o envelhecimento

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A ciência afirma que dançar melhora a saúde física, mental e emocional, além de ser uma forma equilibrada de perder peso.

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A dança é um exercício completo que ajuda a melhorar a coordenação motora, a estimular a memória e a prevenir doenças neurodegenerativas, além de  permitir queimar calorias e aumentar a flexibilidade.

Também reduz os níveis de cortisol, ajudando a combater o stress, a ansiedade e a depressão. Estudos mais recentes  revelam ainda que a dança estimula as conexões cerebrais, podendo tornar o cérebro até 7 anos mais jovem.

A ciência resume assim os benefícios desta modalidade que, no seu todo, retarda o envelhecimento físico e mental:

•Saúde Física: Promove o fortalecimento muscular, aumenta a mobilidade e o equilíbrio. É uma excelente atividade aeróbica que ajuda na proteção cardiovascular e na perda de peso.

•Função Cognitiva e Reabilitação: Estudos mostram que a dança auxilia na manutenção da memória e na prevenção de doenças como Alzheimer e Parkinson, além de ser utilizada em tratamentos complementares (como na recuperação do cancro da mama).

•Bem-Estar Mental e Emocional: Funciona como uma poderosa ferramenta de expressão que reduz a fadiga, aumenta a autoestima e estimula a felicidade através da libertação de endorfinas.

•Socialização: Facilita a integração social, combate a timidez e promove o sentimento de comunidade.

Ana Sampaio, professora de dança, completa que a modalidade melhora a linguagem corporal, permitindo que nos sintamos mais expressivos e confiantes, seja numa apresentação pública, seja em momentos mais descontraídos, uma vez que permite que mostremos mais autoestima e autoconfiança, desfrutando de uma linguagem corporal positiva.

Ana Sampaio, co-fundadora da Dance Factory Studios, comenta que “a dança ajuda a melhorar a condição física através da queima de calorias e do aumento daflexibilidade,e com a vantagem de promover o equilíbrio de todo o organismo”.

Relativamente ao bem-estar, dançar faz com que nos sintamos mais confiantes e com mais amor-próprio, afirma a professora salientando que quem pratica esta modalidade ultrapassa muitas barreiras em termos de socialização, facilitando o contacto com outras pessoas e reduzindo a timidez.

Mas dançar não se fica por aí! Em termos de saúde mental, a ciência prova que a dança liberta serotonina e endorfina, neurotransmissores responsáveis pela sensação de prazer e felicidade. Por isso, dançar ajuda a combater a depressão e o stress. Um estudo publicado no New England Journal of Medicine sobre atividades de lazer e o risco de demência em pessoas de idade avançada descobriu que, entre atividades como a natação, golfe, ténis, ciclismo e dança, apenas a dança diminuiu o risco de demência entre o grupo estudado.

Ao mesmo tempo, o simples facto de contactarmos com ritmos diferentes, de “viajarmos ao sabor de baladas e melodias”, é também um ponto a favor da nossa saúde mental, sem esquecer o conhecimento que se adquire e a descompressão que nos proporciona. Por isso, mantenha o hábito de dançar à noite, em casa, numa escola, num bar, mas beneficie deste leque de possibilidades para ser mais feliz e saudável, recomendam os especialistas na área da saúde e do bem-estar.