O protocolo inclui a cedência de utilização da Ermida de Sant’Ana, o que permitirá reabrir ao público este espaço patrimonial encerrado desde 2020, transformando-o na “casa desta nova oferta formativa” dedicada ao ensino artístico.
A iniciativa prevê ainda a instalação permanente de uma harpa na ermida, bem como a dinamização de um programa regular de concertos e outras atividades culturais, visando diversificar a oferta cultural da cidade.
Segundo os promotores, o projeto recupera uma tradição histórica local que associava a harpa e o órgão à Igreja Matriz, reforçando a valorização do património e a sua fruição pela comunidade e turistas.