Política

Chega exige plano de infraestruturas rodoviárias para o Algarve

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A Comissão Política Distrital de Faro do Chega afirma que o Governo «admitiu ter deixado o Algarve de fora quando anunciou, no início deste mês, o seu programa de cerca de seis mil milhões de euros para 33 novas infraestruturas rodoviárias, demonstrando que continua a excluir a região da lista de prioridades».

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Em comunicado, o partido responsabiliza também o PS por, «durante anos», ter governado o país sem concretizar «muitas das obras que hoje exige ao atual Governo».

Para o Chega, tanto o PS como o PSD têm responsabilidades «pela degradação e o atraso das infraestruturas rodoviárias do Algarve e pela falta de visão estratégica para uma região que continua a crescer e a afirmar-se como um dos principais motores da economia nacional».

O partido considera que o Algarve, com uma população residente que ronda os 600 mil habitantes, reforçada anualmente por milhões de visitantes, e que gera riqueza, emprego e receitas fiscais «fundamentais para Portugal», continue a ser «sistematicamente relegado para segundo plano quando chega o momento de decidir onde investir».

O Chega defende, por isso, a elaboração de um plano de infraestruturas rodoviárias para a região, «com prioridades bem definidas, calendário público de execução e financiamento assegurado, por forma a que o investimento público acompanhe a importância económica, social e estratégica da região», conclui.