Segundo o deputado, na reunião foram identificadas várias dificuldades sentidas pelo setor, nomeadamente as restrições à atividade provocadas pelo elevado risco de incêndio.
Os profissionais reconhecem a necessidade de medidas de prevenção e proteção da floresta, mas alertam para o impacto que essas limitações têm nos seus rendimentos, já que, conforme sublinha o parlamentar: "quando ficam impedidos de trabalhar, deixam de ter rendimento, sem que exista atualmente um mecanismo adequado de compensação para estes períodos".
O Chega considera que a prevenção de incêndios é fundamental, mas não pode ser feita à custa da sobrevivência económica de quem trabalha e vive da floresta.
João Paulo Graça deixou a promessa de levar esta preocupação às entidades competentes e procurar soluções que permitam proteger a floresta sem deixar desprotegidos aqueles que dela dependem para viver.