Segundo o partido, dos 62 milhões de euros anunciados, 46 milhões destinam-se ao Plano Geral de Drenagem de Albufeira, para reduzir o risco de cheias. O projeto inclui a construção de um túnel com cerca de 1,5 quilómetros para desviar o caudal da ribeira diretamente para o mar.
A este valor juntam-se 16 milhões de euros no programa Albufeira Resiliente, destinados a reforçar a proteção da costa e a preservar a imagem urbana e turística do concelho. Deste montante, 9 milhões de euros destinam-se ao troço entre o Peneco e o Forte de São João e 7 milhões à zona da Falésia, Belharucas e Rocha Baixinha, incluindo a proteção das arribas, a alimentação artificial das praias e outras medidas de reforço da resiliência costeira.
Para o CDS-PP, este investimento "vale pela segurança das populações, pela qualidade de vida, pela economia local e pelo turismo", e exige um calendário com marcos intermédios, informação pública regular sobre o ponto de situação de cada intervenção e articulação entre o Governo, a autarquia e as entidades competentes, de forma a não comprometer a vida quotidiana dos albufeirenses e a atividade turística durante os trabalhos.
Para os centristas, a segurança de uma cidade turística, a proteção da costa e a prevenção de cheias têm uma importância que ultrapassa as fronteiras do concelho. O partido considera que este investimento demonstra uma "atenção concreta do Governo às necessidades de Albufeira e reconhece o seu peso estratégico para a região e para a economia nacional".
"Para este governo, o Algarve será sempre uma prioridade nacional", afirma Rodrigo Borges de Freitas, presidente da Comissão Política Distrital do Algarve do CDS-PP.
Já Mónica Ferreira, presidente do CDS-PP Albufeira, e Luís Afonso, deputado da Assembleia Municipal de Albufeira eleito pelo CDS-PP, sublinham que "o investimento deste governo no concelho continua e o que importa agora é garantir um calendário claro, informação pública regular e execução efetiva das intervenções no terreno".