Muito crítico em relação à lei recentemente aprovada, apela a que as famílias e os profissionais de saúde vejam «sempre garantida a objeção de consciência», considerando que ninguém se deverá sentir «constrangido» a recorrer à esta possibilidade que agora se tornará legal, «por falta da devida assistência». O prelado salienta que «acompanhar e confortar os que sofrem e os que deles cuidam, ajuda a restabelecer a esperança e é sinal de dignificação da vida humana até ao seu termo natural», estado «o acolhimento, a defesa e a promoção da vida» para «além da ordem legislativa e jurídica».