Segundo nota do partido, foram empossados Álvaro Viegas (ex-vereador do PSD) como presidente da Comissão Política e Manuel Carlos (ex-presidente da União de Freguesias de Moncarapacho e Fuseta) como presidente da Assembleia de Militantes.
Interveio Nélia Alfarrobinha que, para além de secretária da Comissão Política, acumula com o cargo de tesoureira da Comissão Política Distrital a coordenação da estrutura das Mulheres Social-Democratas, tendo destacado o papel das mulheres na vida política olhanense.
Seguiu-se Ruben Pires, presidente da JSD de Olhão, que reforçou o papel dos jovens na construção de uma sociedade mais "competitiva e exigente", afirmando que os jovens de hoje estão melhor preparados para encarar o futuro e que o PSD e o concelho de Olhão podem contar com "a total disponibilidade da juventude para a construção do futuro".
Mendes Bota apelou à união de todos os social-democratas olhanenses para a construção de uma alternativa à gestão socialista, acreditando que, com a nova equipa na Comissão Política, "o PSD possa renascer em Olhão".
Cristóvão Norte lembrou que o governo tornou a região uma prioridade nacional no investimento público, dando como exemplo o novo Hospital Central do Algarve e o investimento na água.
Manuel Carlos apelou à união dos social-democratas e à continuação do "excelente trabalho de oposição efetuado pelo ex-vereador e agora eleito presidente da Comissão Política, Álvaro Viegas".
Por último, Álvaro Viegas, falou do trabalho de reorganização interna e junto da população olhanense. Anunciou que será criado o Conselho Consultivo, que reunirá personalidades da sociedade civil com vista à apresentação de propostas para o desenvolvimento do concelho. Prometeu que serão efetuadas visitas às freguesias, reunindo com as instituições e empresas, fazendo o levantamento das necessidades de cada freguesia.
Ao nível de oposição ao executivo socialista, sublinhou que será uma voz "construtiva e responsável", na linha do que foram os 4 anos com a sua rubrica “A Hora do Vereador”. Afirmou que os primeiros 5 meses de gestão do novo executivo têm sido de "desencanto geral", exemplificando com "obras paradas e outras atrasadas, falta de planeamento na remodelação da rede de águas na cidade, ruas esburacadas como nunca se viu", concluindo que a avaliação do executivo aos seus primeiros 100 dias seja "unicamente" a reorganização dos serviços internos da autarquia.