Rui Cristina, que assistiu ao espetáculo pela primeira vez na qualidade de presidente da Câmara Municipal de Albufeira, numa das reportagens em direto para a RTP1 sublinhou "este ano elevámos o patamar do Fim de Ano, apostando num espetáculo imersivo, com bastante tecnologia e algumas surpresas” como a inauguração de um segundo palco, o palco X, a partir do qual, antes, durante e após a entrada do novo ano, um DJ tocou ao vivo uma sequência musical épica e original sincronizada com aviões, paramotores, pirotecnia e efeitos especiais. O lançamento de bolas gigantes de várias cores sobre a multidão foi outra das surpresas bastante apreciadas pelo público", afirmou. O presidente da autarquia referiu que apesar de o Albufeira Carpe Nox já ser uma marca consolidada "todos os anos temos de introduzir novos desafios para continuar a surpreender e seduzir quem elege Albufeira para passar o Réveillon, quer se trate de residentes quer de turistas. Albufeira é o maior destino turístico do país, uma terra que sabe bem receber, e o Fim de Ano acaba por ser um balão de oxigénio para a economia da região", declarou. A propósito, o Município diz que a nível da hotelaria a taxa de ocupação ultrapassou os 90 por cento e que algumas unidades tiveram mesmo lotação esgotada.
O presidente Rui Cristina realçou que no dia 31 de dezembro, no âmbito do Plano de Operações Municipal, estiveram no terreno 185 operacionais e 54 meios dos diversos agentes de Proteção Civil (GNR, BVA, CVP, Autoridade Marítima/Polícia Marítima), Serviço Municipal de Proteção Civil, Associação de Nadadores Salvadores de Albufeira, Polícia Municipal, para além do coordenador aéreo do evento, organização e produção, vigilantes, empresa de segurança privada e serviços municipais, garantindo que não se tivessem verificado quaisquer problemas ou ocorrências relevantes.