A iniciativa inclui atividades culturais, uma cantina popular e uma nova assembleia popular.
Em comunicado, o movimento diz que pretende juntar Portimão à luta pelo direito à habitação, numa cidade que considera estar entre as mais caras do país.
Aos elevados preços da habitação, aponta a organização, junta-se a sazonalidade turística que há décadas marca a região, referindo que é frequente o arrendamento de casas para habitação entre setembro e maio, para depois cedê-las aos turistas durante os meses de verão.
Os promotores falam ainda da intensa construção que a cidade regista, destinada a hotéis e a condomínios privados, em detrimento da habitação acessível.