Foi hoje apresentado o livro "25 anos Infralobo", no auditório de Vale do Lobo, com muitos convidados que foram presentados com a obra da autoria de Ivone Dias Ferreira com prefácio de Carlos Albino.
Carlos Manso, CEO da Infralobo, disse ao Algarve Primeiro, que a cerimónia serviu para assinalar os 25 anos de história da empresa municipal: «este livro significa todo o caminho que foi feito pela Infralobo e de todos os colaboradores, fornecedores e acionistas até aos dias de hoje».
Sendo um livro da empresa, o mesmo não se encontra nas livrarias, no entanto, estará à venda na Infralobo ao preço unitário de 45 euros. Serão disponibilizados vários exemplares para as escolas do concelho e bibliotecas municipais, tendo sido publicados 500 exemplares. «Sendo um livro inclusivo, ambientalmente sustentável e inovador, tem uma série de QR Codes, onde iremos atualizar a história da Infralobo com novos conteúdos», acrescentou Carlos Manso.

Presente na cerimónia, Vítor Aleixo disse que «estamos num território muito valioso, que pode ombrear com aquilo que de melhor se encontra em todo o mundo, não tenho nenhum dúvida disso. É um território muito observado, muito apreciado e até muito disputado em termos de investimento de capitais que vêm do mundo e que aqui investem porque veem aqui uma terra para investir». Apesar de reconhecer esta dinâmica no concelho, o presidente da Câmara de Loulé recordou que tem de haver limites no desenvolvimento, «temos de ser responsáveis em relação ao território e à qualidade de vida e à excelência da atividade económica que queremos deixar para o futuro. Temos de ser muito criteriosos nos novos investimentos que fizermos, porque não aguentamos no futuro muito mais densidade de urbanização dos solos novos», sublinhou, referindo-se à questão da água como um dos problemas que tem de ser levado a sério por todos. «O desenvolvimento tem limites sob pena de passar a ser insustentável», alertou.