Ambiente

160 participantes de 52 entidades discutiram medidas para a ação climática no Algarve

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Ao longo de dois dias, técnicos municipais, especialistas e representantes de entidades de âmbito regional e nacional estiveram reunidos para debater e avaliar projetos nas nove áreas temáticas que integram o Plano Intermunicipal de Ação Climática do Algarve (PIAC-AMAL): Eficiência energética e autoconsumo centralizado, mobilidade sustentável, economia circular, sistema alimentar local, escassez hídrica, ondas de calor, cheias e inundações, incêndios florestais e subida do nível do mar.

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Estes workshops finais decorreram nos dias 10 e 11 de março, na Escola de Hotelaria e Turismo de Portimão, e foram avaliadas as propostas de projetos estratégicos para a região do Algarve, em matéria de ação climática, informa comunicado da AMAL - Comunidade Intermunicipal do Algarve.

Conforme adianta a entidade, o arranque dos trabalhos do PIAC-AMAL aconteceu em março do ano passado (2025), na Biblioteca Municipal de Faro, onde foi apresentado o cronograma que conduziria a um processo de avaliação, diagnóstico e encontros participativos com diversas entidades, tendo "as sessões participativas sido realizadas de forma descentralizada, com vista à redução das discrepâncias territoriais".
 
O PIAC-AMAL visa a avaliação e revisão do Plano Intermunicipal de Adaptação às Alterações Climática do Algarve (PIAAC-AMAL), um documento estratégico apresentado em 2019, assim como a inclusão das alterações legislativas entretanto ocorridas. 

Para a AMAL, é "fundamental que a região do Algarve esteja dotada de uma estratégia robusta ao nível da ação climática, contribuindo para a sua resiliência e atratividade".
 
A apresentação pública do PIAC-AMAL está prevista para maio de 2026.