A Associação Figo Lampo prepara-se para apresentar “Estórias no Ambiente”.
Três narrativas são pretexto para cruzar oralidade e património com paisagem e salvaguarda ambiental.
Em nota enviada ao Algarve Primeiro, a associação cultural, com sede em Querença, concelho de Loulé, avança que depois do lançamento oficial no ano passado, na Fundação Manuel Viegas Guerreiro, em Querença, o projeto “Estórias no Ambiente” é agora apresentado em Loulé, a 12 de junho, pelas 18h00, no Auditório do Solar da Música Nova.
A primeira estória foi filmada na Fonte Benémola e intitula-se «Vestido feito de água», numa adaptação do conto homónimo e original de Maria Adelaide Fonseca. Da temática da água para a do ciclo da semente, a segunda estória, «Aventuras de bolota», é contada junto a uma azinheira centenária no Sítio da Arrancada, numa adaptação do conto original «O Jaime e as bolotas» de Tim Bowley e Inés Vilp. Sob o tema da biodiversidade, a última estória, «A águia-cobreira e a cobra-rateira», é uma adaptação do conto tradicional «A raposa e o mocho». Teve como palco, o Cerro dos Negros.
Segundo a associação, a importância da preservação da biodiversidade nas zonas protegidas do concelho de Loulé, como é o caso de Querença, será "a pedra de toque de toda a sessão", pautada por intervenções da autora do projeto Verónica Guerreiro e da escritora e narradora Maria Adelaide Fonseca.
O evento contará ainda com a participação da bióloga Patrícia Ramalho, uma das técnicas da Câmara Municipal de Loulé que dá apoio à gestão das Paisagens Protegidas Locais da Rocha da Pena e da Fonte Benémola.
A sessão tem entrada livre, mediante marcação prévia através do e-mail
[email protected].
O uso de máscara é obrigatório, cumprindo as regras da DGS.