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Um novo ano com (mais) amor e felicidade

Um novo ano com (mais) amor e felicidade
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05-01-2015 - 18:58
Um dos desejos centrais que se costuma pedir no início de um novo ano, passa forçosamente pelo amor, por ter uma relação duradoura, estável e feliz, pelo encontro de novidades a dois e, sobretudo pela capacidade de alimentar esses sentimentos.
 
Num tempo difícil em termos económicos em que as relações nem sempre dispõem dos «ingredientes» necessários para a plenitude, impõe-se a necessidade de recordar que, para que um casamento perdure, é essencial dedicar tempo a quem se ama, ser capaz de ouvir e de dar espaço a nós mesmos para dizermos o que pensamos, falar abertamente sobre todos os assuntos, uma vez que, a cumplicidade surge precisamente do conhecimento mútuo, da confiança, da disponibilidade para amar e ser amado, bem como da construção de objectivos comuns.
 
É fundamental ter em conta que, nem sempre o que nos inquieta e perturba está relacionado com o outro, pois somos seres individuais e, nem sempre estamos no nosso melhor, temos os nossos medos, as noites mal dormidas, um dia mal humorado e daí por diante. Nesses casos, é essencial estar um pouco consigo mesmo, pois vai beneficiar a convivência de cada um assumir que não está tão bem. 
 
Quando passar a «nuvem negra» falam abertamente sobre o assunto e evitaram uma discussão inútil. O trabalho, as relações que temos com outras pessoas também nos causam instabilidade e exigem tempo para nos organizarmos, por isso, é bom saber separar as águas e não «levar tudo para a relação».
 
Já muitos entendidos disseram que, «para viver um novo ano de forma diferente, é importante que se inicie um processo de mudança interior e, não ficar à espera que o novo tempo traga aquilo que desejamos». 
 
Neste sentido, torna-se imperioso que não se perca de vista a individualidade; a nossa capacidade de analisar o relacionamento para que, em conjunto se encontrem os pontos comuns. Depois, quando é preciso rever algo que está menos bem, é fundamental que se fale abertamente no assunto e que se encontrem alternativas, sob pena de se acumularem problemas até ao ponto extremo em que já não há solução.
 
Para quem está à procura de um amor, a «receita» passa pelo convívio com pessoas conhecidas que, por norma acarretam consigo os seus amigos dando-se lugar a novos conhecimentos e interesses. 
 
Também se podem recuperar laços de infância e o reencontro com alguém que, numa determinada fase não nos despertou interesse, mas que, algum tempo mais tarde, pode ser encarado de outra maneira. Não há motivos para cultivar a solidão, basta que se manifeste interesse em estar acompanhado!
 
Este ponto é crucial para desenvolver um relacionamento, na medida em que, para se viver momentos de felicidade, esse tem de ser um desejo e uma linha de orientação. Querer uma relação «só porque me faz falta, porque os outros namoram e daí por diante», não são pretextos para deixar de estar sozinho. Encontra o amor quem, sente essa necessidade, quem está disponível para se dar a conhecer a outra pessoa e quem se quer entregar a alguém. O amor acaba por ser simples e rigoroso ao mesmo tempo, pelo que, se não existe essa disponibilidade que, deve passar primeiro por nós mesmos, tudo se torna mais difícil e nem sempre bem sucedido.
 
Para quem já vive uma relação, é bom saber que, a vivência a dois precisa de partilha, de confidência, de intimidade, de sexualidade em função do desejo de ambos, bem como de criatividade que possa «refrescar» o momento. 
 
É ainda importante não dar excesso de importância a pormenores que não fazem grande diferença no quotidiano e preocuparmonos com aquilo que podemos desenvolver em conjunto. A importância do diálogo sobe aqui de tom, pois é a conversa o melhor remédio para esclarecer e para evitar os mal-entendidos.
 
Os casais «de longa duração» sabem a importância de prosseguir uma caminhada pelo respeito, pela compreensão, pela partilha de afectos, de ideias, de momentos, pela criatividade para descobrir novos ingredientes que podem alimentar os sentimentos. 
 
Um passeio, uma viagem, mais momentos a dois com objectivos distintos são sempre ingredientes bem acolhidos pelos casamentos mais longos que, acabam por encontrar um novo alento.
 
Para os casais com filhos pequenos, nem sempre o amor é vivido como gostariam, já que o desgaste nem sempre facilita a intimidade, o espaço para o diálogo e para os momentos mais íntimos e onde se tomam as decisões em conjunto. 
 
É fundamental que, estes casais em particular compreendam muito bem a sua realidade para evitarem conflitos que, mais não são que chamadas de atenção para quem reclama mais tempo para o amor. 
 
Estes casais precisam de um novo modelo de organização que lhes permita dispor de mais tempo a dois. 
 
A educação baseada no respeito, facilita e muito essa tarefa, pois as crianças habituam-se a ouvir e a respeitar o tempo e o espaço dos pais com algumas brincadeiras suas. 
 
De todo que não é fácil gerir todas as solicitações, mas acima de tudo, os casais têm de mostrar a si mesmos que o amor precisa do seu espaço, do seu momento próprio para se manter e para ganhar novos interesses e entusiasmo.
 
É sempre possível combinar os momentos a dois quando as crianças dormem ou desfrutar de pequenos afectos (essenciais para alimentar a cumplicidade) mesmo nas brincadeiras em família. Não faz mal ás crianças assistirem a um beijinho dos pais!
 
É também essencial que, os casais não passem o seu tempo a criticar o que não conseguem fazer num determinado período, mas que encontrem formas de lá chegar. 
 
O mesmo se passa na comparação com os demais, pois não há duas vidas iguais e, é mera perda de tempo ocupar a mente a avaliar a relação que os outros nos mostram para que nos sintamos «tentados» a seguir como medida-padrão.
 
Convém não esquecer que, um casal com interesses em comum facilita a união e o tempo que passam juntos, uma vez que, desfrutam de sensações positivas em simultâneo, o que reforça os afectos e a cumplicidade.
 
Reservar um tempo para si, é quase um imperativo das relações, pois todos precisamos de nos reorganizar emocionalmente. 
 
Como aproveitamos o tempo livre? De preferência a dois ou em família, pois caso contrário, não há relação que resista quando o dia de trabalho é longo e quando o tempo é pouco para partilhar e mimar aqueles que amamos.
 
É mais fácil perder os laços afectivos quando se passa muito tempo distante daqueles que os alimentam. Por essa razão é que se enaltece tanto a importância dos interesses comuns.
 
As diferenças tendem a aumentar com a convivência e, por isso é importante que conheça bem a pessoa com quem pretende partilhar o resto da sua vida. Para isso, é fundamental estar, conversar, entender, perguntar e, acima de tudo, ter paciência para aceitar a diferença, pois cada vez que faz isso, estará a receber a mesma compreensão do outro.
 
Bom ano, com muito amor!
 
AP
 
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