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Para avançar, é preciso “virar a página”!

Para avançar, é preciso “virar a página”!
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29-11-2016 - 19:17
Esta é uma altura do ano em que se fazem balanços e em que se desenham os principais desejos para o novo ano que vai começar.
 
Por tradição, o final de cada ano é encarado como o fim de um ciclo e a preparação de uma nova etapa, pelo que, se ditam promessas, sonhos e até se deseja “cortar” com aquilo que nos impede de alcançar as metas pretendidas.
 
O que aparentemente é uma tarefa fácil, acaba por colidir com o medo de iniciar algo novo e sem as bases do território de segurança, já que, cortar com o anterior, implica ter de reconstruir e produzir algo novo. 
 
A base é o pensamento. É através dele que se percebe que é preciso “virar a página” ou mudar de rumo, e ao mesmo tempo, saber o que se pretende manter por ser positivo e, aquilo que se situa entre uma coisa e outra que terá “uma nova oportunidade” para se revelar no ano seguinte.
 
Se por um lado, temos de nos perdoar por não conseguir cumprir aquilo que se desenhou no início de cada ano, por outro temos de ter consciência de que vamos perdendo o sentido da luta sempre que cruzamos os braços e adiamos a concretização de algo. 
 
O ser humano precisa de luta, de empenho e de tentativas e erros para prosseguir a vida com entusiasmo. Arrastar “os pesos” do passado que nos limitam os sonhos, é o mesmo que perder o fôlego dia após dia.
 
Não é por acaso que a tradição desafia todos quantos habitam no mundo para desenharem os seus sonhos e desejos nesta altura do ano. Todas as crenças acreditam que se pode mudar e que no início de cada ano, se colocam à prova os potenciais de cada pessoa.
 
Todos defendem que, entre tentativas e erros, a vida se processa de oportunidades, de desistências e de conquistas, pelo “que vale sempre a pena tentar, pois no final de cada ano, nada será como antes!”
 
“Virar a página” também passa por reformular as ideias e os objetivos. Quer isto dizer que, este ano, vamos produzir desejos mais realistas e concretizáveis, tendo como base a realidade e não a ficção!
 
Vamos sonhar tendo em conta o mundo em que vivemos, as nossas capacidades e, acima de tudo, exigir mais de nós e muito menos dos outros.
 
«Vamos acreditar mais nas nossas potencialidades e investir nos nossos sentimentos.» Vamos perder menos tempo com aquilo que nos magoa e canalizar energias para o prazer e para os momentos com aqueles que amamos. Pode ser?
 
Evite desde logo, encontrar desculpas para nem sequer tentar!
 
Diz a sabedoria que, quem não tenta, não alcança e que quem arrisca, é sempre capaz de conquistar algo novo!
 
Se este já é o seu ideal de vida, então opte por hábitos criativos que o possam despertar para novas vivências. Vamos apostar mais no conhecimento, na cultura, nas trocas e nas emoções que nos tornam humanos!
 
Se os seus planos são os mesmos há anos, então está mais que na altura de virar a página e seguir outro rumo! É importante ter em conta que, às vezes é preciso deixar ir um sonho para ganhar várias realidades! Quando algo se arrasta é porque tem pouco probabilidade de se concretizar. Mude de direção e, aproveite esta altura do ano para produzir novos objetivos. Seja realista e coerente consigo mesmo!
 
É fundamental ter em conta que, a maior parte dos nossos desejos perdem a força quando se percebe que são inconcretizáveis, ou que, afinal, não vão surtir os efeitos idealizados. Então não vale a pena o desgaste, nem a perda de tempo. É preciso encarar a vida com mais realismo, sob pena de se arrastarem anos de sofrimento e apatia.
 
Seja nesta ou em qualquer altura do ano, é importante fazer um balanço de nós próprios e daquilo que “insiste” em nos prejudicar. Porquê? Porque nem todos os sonhos são possíveis de realizar e, ano após ano, temos de os analisar e ter coragem para desistir de algo que só nos conduz à tristeza e infelicidade.
 
O mesmo se passa com as pessoas à nossa volta…Se fizermos um pequeno exercício, vamos compreender até que ponto nos rodeamos de pessoas “tóxicas” ou de amigos com que vale a pena partilhar algo.
 
Quando entramos no domínio das relações e das emoções, parece que tudo se complica, mas na prática não é bem assim.
 
Ao longo do ano, vamos percecionando um conjunto de atitudes e tirando as nossas relações. Neste tempo de balanço, temos de ter coragem para “ver o que resta” antes de sentir o que se desejaria.
 
Feitas as contas e, não querendo ser mais que realista, grande parte das pessoas à nossa volta, precisa de ser encarada de outra forma. Então viremos a página e vamos entrar num novo desafio!
 
É preciso saber quem nos traz boas energias, quem nos aceita tal como somos e respeita a nossa individualidade. Depois disso, poderemos falar de sentimentos, pois ninguém ama ou é amado sem estes alicerces.
 
Os amigos são menos do que se pensa e mais do que se tem capacidade para manter, por isso, é imperioso que se entenda a diferença entre colegas, amigos, familiares e conhecidos e, a partir daí, definir e iniciar uma nova escrita para viver o dia-a-dia com mais tranquilidade.
 
O trabalho também tem de ser encarado como um prazer, uma fonte de sobrevivência ou uma possível ascensão… Nem em todos os casos, é possível concretizar o que se pretende, pelo que, de forma realista, pode-se apostar nos estudos para melhorar o desempenho e a possível promoção, tentar uma mudança de emprego ou simplesmente encarar a função que se desempenha com outro sorriso quando nada se consegue alterar nos próximos tempos.
 
É preciso ter em conta que, nem sempre podemos mudar o que gostaríamos, mas podemos ajustar-nos para tirar mais partido daquilo que nos parece negativo. Podemos pensar na profissão de outra forma, tal como nas demais áreas de vida. Faz toda a diferença entre ir trabalhar como uma forma de ocupação, realização e descoberta de qualidades pessoais e, “ter de ir trabalhar” para garantir o sustento.
 
É verdade que se vive com orçamentos apertados, com dificuldades em adquirir coisas que, aparentemente nos poderiam ajudar a ser mais felizes, mas a criatividade também é um recurso essencial quando se ama a vida, quando temos autoestima e não nos deixamos demover por aquilo que não se consegue e se aposta no que nos é acessível.
 
Já dizem os entendidos que, “quem sofre com o pouco que lhe falta, não goza o muito que tem…”
 
Bom ano 2017!
 
Algarve Primeiro
 
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