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Já foi infiel? Conheça as causas

Já foi infiel? Conheça as causas
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03-11-2015 - 13:14
A infidelidade continua a ser um tema de interesse para os casais.
 
A infidelidade continua a ser um tema de interesse para os casais, sobretudo porque uma relação a dois pressupõe confiança, comunicação, afeto e capacidade para respeitar o outro nas várias fases de vida. Sabendo que este desejo é complicado de concretizar, os cientistas asseguram que, uma parte da infidelidade tem origem genética, ou seja, não é facilmente controlada pelo sujeito.
 
Neste sentido, a ciência defende “muitas das tendências para a infidelidade devem-se à genética na medida em que, a dopamina – hormona libertada depois de fazer exercício, comer algo delicioso ou ter um orgasmo – desempenha um papel importante na decisão de uma pessoa ser ou não infiel.”
 
Cerca de 50% das pessoas que têm um longo recetor de dopamina (fator genético) terão enganado o seu parceiro, contra 22% das pessoas que também traíram mas tinham um recetor curto.
 
A hormona vasopressina, semelhante à oxitocina, pode afetar a empatia, confiança e relações sociais. Baixos níveis desta hormona podem fazer com que a pessoa tenha mais tendência para ser infiel, destaca o AsapScience.
 
Apesar destas justificações, cabe aos parceiros a responsabilidade de assumir um relacionamento, pois uma maior predisposição, não traduz uma obrigação de concretizar todos os desejos! Neste sentido, o Livro: “The Normal Bar”, da autoria de Chrisanna Northrup, Pepper Schwartz e James Witte (publicado em 2013), desvenda a pesquisa mais extensa do mundo sobre relacionamentos, revelando os principais motivos pelos quais as pessoas traem.
 
Os resultados deste trabalho incidiram sobre um universo de 100 mil pessoas e contaram com a ajuda de parceiros como veículos de comunicação.
 
De acordo com o estudo, 33% dos homens e 19% das mulheres admitiram ser infiéis.
 
Entretanto, os entrevistados salientaram que a frequência da infidelidade importa e que há uma grande diferença entre “um caso de uma noite só e um padrão de traição constante.” Assim, o relatório mostrou que: 17% das mulheres que tinham sido sexualmente infiéis e 23% dos homens que também agiram dessa forma disseram que a traição aconteceu apenas uma vez; 36% das mulheres e 33% dos homens disseram que a infidelidade ocorreu de duas a cinco vezes. Porém, mais de 40% dos homens e mulheres infiéis admitiram que traíram com mais frequência.
 
Entre os motivos assumidos pelos parceiros para trair estão a falta de diálogo, afeto e atracão. Uma diminuição no desejo sexual explica muitas das traições vividas tal como o estilo de vida mais convidativo à infidelidade é relatado como justificação. 
 
O livro “The Normal Bar” (em tradução livre “a barreira regular”) mostra que a perda de prazer sexual ou de frequência de relações pode deixar até mesmo os casais felizes mais vulneráveis a uma traição.
 
É sabido que a traição abala a confiança entre os parceiros e que, quem trai uma vez, raramente se fica pela primeira experiência. A genética explica uma parte, mas a traição é sempre uma escolha do sujeito que aproveita o estilo de vida para descobrir emoções e aventuras fora do casamento.
 
De acordo com o mesmo livro, descubra as principais situações em que ocorre a infidelidade.
 
Os amigos do casal:
 
Ainda que, a maior parte das pessoas negue este facto, a realidade dos estudos demonstra que, as relações com amigos do casal são as mais comuns e os principais focos de traição, seja no masculino, seja no feminino.
 
A regularidade dos encontros, o contacto próximo com a intimidade familiar, os desabafos, as trocas, as brincadeiras despertam o interesse entre os amigos que se esquecem do compromisso assumido com os parceiros.
 
O mesmo trabalho demonstra que, 45% dos homens e mais de um quarto 26% das mulheres, se sentem atraídos por amigos (as) dos parceiros e tentados â infidelidade.
 
Segundo o The Huffington Post, a melhor defesa para isso é uma boa vida sexual com o parceiro. As pessoas que estão extremamente satisfeitas sexualmente são muito menos propensas a trair o par com um amigo, enquanto 52% daquelas que estão insatisfeitas responderam que têm vontade de “pular a cerca”.
 
Ao mesmo tempo, a forma como se vivem as amizades também pode proteger os relacionamentos. Apostar em saídas é mais positivo do que convívios em casa, tal como os encontros pontuais “ganham pontos” à frequência de momentos com amigos, já que, o casal só se fortalece nos momentos a dois.
 
Viagens de negócios:
 
Por muito que se diga “que chatice, mais uma viagem”, os investigadores demonstraram que, uma boa parte da infidelidade resulta precisamente das viagens regulares. Um encontro no avião, aeroporto, restaurante ou no hotel pode ser um contraponto agradável em relação à rotina de um trabalho cansativo.
 
Estar longe dos olhos da família, amigos e cônjuge pode fazer com que a traição ocorra com mais facilidade. Segundo os resultados da pesquisa, mais de um terço (36%) dos homens e 13% das mulheres disseram que cederam à tentação numa viagem de negócios. O livro mostra que a vulnerabilidade à tentação durante viagens de negócios aumenta muito entre 6 a 9 anos de relacionamento.
 
O que surpreendeu os pesquisadores foi o facto de não existir um motivo lógico para explicar este tipo de traição. Os viajantes estavam felizes no relacionamento, mas não resistiram à novidade, à aventura de dormir uma noite longe dos olhares da família, só porque “lhes apeteceu” fazer algo novo com uma pessoa diferente.
 
Uma antiga paixão:
 
O reencontro com uma antiga paixão pode ter efeitos arrebatadores, principalmente nas mulheres. De acordo com a pesquisa, quase um terço (32%) das mulheres que admitiram cair em tentação disseram que estavam com um antigo namorado, contra 21% dos homens. E a zona de perigo para que isso ocorra é de dois a cinco anos num relacionamento sério, quando a taxa de infidelidade salta para 42%.
 
Sexualmente entediado:
 
O tédio sexual foi a razão que 71% dos homens e 49% das mulheres infiéis deram para a infidelidade. Mesmo as pessoas entrevistadas que são muito felizes na relação, assumem ganhar nova vitalidade numa aventura extra-conjugal.
 
Vingança pela infidelidade do parceiro:
 
A necessidade de “pagar na mesma moeda” uma traição, também faz parte das respostas no que se refere à infidelidade, no entanto, estão em minoria. De acordo com os dados do estudo, apenas 9% dos homens e 14% das mulheres disseram ter tido relações com alguém como vingança para a infidelidade do parceiro.
 
Para finalizar, 46% dos homens e 19% das mulheres, entrevistadas assumiram ter “muita energia sexual” e necessidade de extravasar com alguém diferente como causas para a infidelidade.
 
Se há casos em que pouco há a fazer, cabe a cada parceiro decidir se aceita uma relação baseada na infidelidade. As justificações para trair perdem o sentido quando não são divididas com a pessoa com quem se vive, pois quem quer resolver um problema, fá-lo “olhos nos olhos”!
 
 
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