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Hipermetropia

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08-08-2013 - 17:12
Atendendo ao facto de que, os problemas na visão se desenvolvem cada vez mais cedo e num maior número de crianças em todo o mundo, faz sentido que, desde o nascimento, os pais estejam atentos a eventuais anormalidades, que visitem o médico oftalmologista e que alertem o pediatra ou médico assistente que acompanha a criança.
 
Pela sua importância, apresentamos uma patologia visual que deve ser despistada desde a tenra idade. Trata-se da hipermetropia que é o nome dado ao erro de focalização da imagem no olho, fazendo com que a mesma seja formada após a retina. Isso acontece principalmente porque o olho do hipermétrope é um pouco menor do que o normal. 
 
Outras causas incluem aquelas situações onde a córnea ou o cristalino geralmente tem alterações no seu formato que diminuem o seu poder refractivo, como a megalocórnea, onde a córnea é mais plana do que deveria ser. 
 
É de realçar que, a maioria das crianças apresenta hipermetropia, pois os seus olhos normalmente são menores do que o que deveriam ser. 
 
É de ter em conta que, apesar do hipermétrope ter boa visão para longe, pois o seu grau, se não for muito elevado, é corrigido pelo aumento do poder dióptrico do cristalino, o que chamamos de acomodação, o problema deve ser acompanhado desde o início e seguidas todas as instruções médicas especializadas. 
 
A criança com este tipo de patologia vê mal ao perto, já que, quando vai focalizar a imagem para perto, o cristalino além de corrigir o grau de longe, ainda tem que aumentar mais 3 graus, para focalizar a imagem a 33 centímetros dos olhos, o que faz com que o mesmo ou não consiga focalizar a imagem ou sinta desconforto visual ao 
fazê-lo. 
 
Esse desconforto é descrito por cansaço, ou dor de cabeça constantes. 
 
É de referir que, as crianças têm um maior poder de acomodação do que os adultos, e suportam graus muito mais elevados de hipermetropia. O grau do hipermétrope, geralmente diminui com o crescimento do olho, e é comum existirem pessoas que necessitem de óculos durante a infância, mas que deixem de os usar na idade adulta. 
 
É de ter em atenção que, a hipermetropia pode estar associada ao aparecimento de estrabismo acomodativo na infância, com aparecimento por volta dos 2 anos de idade. 
 
Nas situações onde o problema causa desconforto visual ou o paciente não consegue focalizar a imagem, pode usar-se lentes com dioptria positiva, geralmente com um grau inferior ao que é necessário para fazer a correcção completa do problema, sendo a única excepção quando a criança apresenta estrabismo, caso em que se deve utilizar a correção total. Outra alternativa restrita a pessoas maiores de 21 anos, é a cirurgia refrativa realizada com o Excimer Laser, o Lasik. 
 
Sintomas: 
 
Os pacientes sentem fadiga ocular e dores de cabeça. O esforço permanente de acomodação pode ser a causa destas manifestações, mais frequentes no final do dia em virtude do esforço. 
 
É de realçar que, uma fraca hipermetropia pode passar despercebida até aos 35/40 anos, pois o olho "acomoda" para estabelecer uma imagem nítida. Quando na criança a hipermetropia é forte, apercebemo-nos bastante cedo dessa deficiência, pois é muitas vezes acompanhada de estrabismo, que deve ser rapidamente corrigido. 
 
Correcção: 
 
A hipermetropia corrige-se com uma lente convergente (convexa), que recoloca a imagem sobre a retina. 
 
Alivia-se assim o esforço de acomodação ocular, e evita-se a fadiga e as dores de cabeça. As lentes para hipermétropes são mais espessas no centro do que nos bordos. A diferença de espessura é tanto maior quanto mais forte for a hipermetropia. 
 
Causas: 
 
As causas da hipermetropia estão relacionadas com: 
 
Eixo axial curto; aumento do raio de curvatura (Hipermetropia de curvatura); diminuição da curvatura das faces do cristalino (Hipermetropia de curvatura); diminuição do índice de refracção do cristalino e humor aquoso (Hipermetropia de índice); aumento do índice de refracção do vítreo (Hipermetropia de índice);distância excessiva entre cristalino e córnea; falta do cristalino (afacia) e miopia. 
 
Tratamento: 
 
É essencial ter em conta que, somente um médico oftalmologista pode e deve orientar e acompanhar esta e quaisquer outras patologias da visão, pelo que, é ao técnico a quem está incumbida a responsabilidade de prescrever as lentes e de ponderar as perspectivas de tratamento. 
 
Nota: Entenda este artigo como meramente informativo e um ponto de partida para procurar ajuda médica perante os primeiros sinais de alerta. 
 
Não descure a visão das crianças, pois o que aparentemente é algo sem importância, pode tornar-se numa deficiência no futuro.
 
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