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Geração à rasca ou com medo?

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21-10-2013 - 23:43
“Um dia isto tinha que acontecer:Está à rasca a geração dos pais que educaram os seus meninos numa abastança caprichosa, protegendo-os de dificuldades e escondendo-lhes as agruras da vida.
 
Está à rasca a geração dos filhos que nunca foram ensinados a lidar com frustrações.
 
A ironia de tudo isto é que os jovens que agora se dizem (e também estão) à rasca são os que mais tiveram tudo. Nunca nenhuma geração foi, como esta, tão privilegiada na sua infância e na sua adolescência. E nunca a sociedade exigiu tão pouco aos seus jovens como lhes tem sido exigido nos últimos anos.
 
Deslumbradas com a melhoria significativa das condições de vida, a minha geração e as seguintes (actualmente entre os 30 e os 50 anos) vingaram-se das dificuldades em que foram criadas, no antes ou no pós 1974, e quiseram dar aos seus filhos o melhor.
 
Ansiosos por sublimar as suas próprias frustrações, os pais investiram nos seus descendentes: proporcionaram-lhes os estudos que fazem deles a geração mais qualificada de sempre (já lá vamos...), mas também lhes deram uma vida desafogada, mimos e mordomias, entradas nos locais de diversão, cartas de condução e 1.º automóvel, depósitos de combustível cheios, dinheiro no bolso para que nada lhes faltasse. Mesmo quando as expectativas de primeiro emprego saíram goradas, a família continuou presente, a garantir aos filhos cama, mesa e roupa lavada.
 
Durante anos, acreditaram estes pais e estas mães estar a fazer o melhor; o dinheiro ia chegando para comprar (quase) tudo, quantas vezes em substituição de princípios e de uma educação para a qual não havia tempo, já que ele era todo para o trabalho, garante do ordenado com que se compra (quase) tudo. E éramos (quase) todos felizes.
 
Depois, veio a crise, o aumento do custo de vida, o desemprego, ... A vaquinha emagreceu, feneceu, secou.
 
Foi então que os pais ficaram à rasca.
 
Os pais à rasca não vão a um concerto, mas os seus rebentos enchem Pavilhões Atlânticos e festivais de música e bares e discotecas onde não se entra à borla nem se consome fiado.
 
Os pais à rasca deixaram de ir ao restaurante, para poderem continuar a pagar restaurante aos filhos, num país onde uma festa de aniversário de adolescente que se preza é no restaurante e vedada a pais.
 
São pais que contam os cêntimos para pagar à rasca as contas da água e da luz e do resto, e que abdicam dos seus pequenos prazeres para que os filhos não prescindam da internet de banda larga a alta velocidade, nem dos qualquer coisaphones ou Ipads, sempre de última geração.
 
São estes pais mesmo à rasca, que já não aguentam, que começam a ter de dizer "não". É um "não" que nunca ensinaram os filhos a ouvir, e que por isso eles não suportam, nem compreendem, porque eles têm direitos, porque eles têm necessidades, porque eles têm expectativas, porque lhes disseram que eles são muito bons e eles querem, e querem, querem o que já ninguém lhes pode dar!
 
A sociedade colhe assim hoje os frutos do que semeou durante pelo menos duas décadas.
 
 Eis agora uma geração de pais impotentes e frustrados.
 
Eis agora uma geração jovem altamente qualificada, que andou muito por escolas e universidades mas que estudou pouco e que aprendeu e sabe na proporção do que estudou. 
 
Uma geração que colecciona diplomas com que o país lhes alimenta o ego insuflado, mas que são uma ilusão, pois correspondem a pouco conhecimento teórico e a duvidosa capacidade operacional.
 
Eis uma geração que vai a toda a parte, mas que não sabe estar em sítio nenhum. Uma geração que tem acesso a informação sem que isso signifique que é informada; uma geração dotada de trôpegas competências de leitura e interpretação da realidade em que se insere.
 
Eis uma geração habituada a comunicar por abreviaturas e frustrada por não poder abreviar do mesmo modo o caminho para o sucesso. Uma geração que deseja saltar as etapas da ascensão social à mesma velocidade que queimou etapas de crescimento. 
 
Uma geração que distingue mal a diferença entre emprego e trabalho, ambicionando mais aquele do que este, num tempo em que nem um nem outro abundam.
 
Eis uma geração que, de repente, se apercebeu que não manda no mundo como mandou nos pais e que agora quer ditar regras à sociedade como as foi ditando à escola, alarvemente e sem maneiras.
 
Eis uma geração tão habituada ao muito e ao supérfluo que o pouco não lhe chega e o acessório se lhe tornou indispensável.
 
Eis uma geração consumista, insaciável e completamente desorientada.
 
Eis uma geração preparadinha para ser arrastada, para servir de montada a quem é exímio na arte de cavalgar demagogicamente sobre o desespero alheio.
 
Há talento e cultura e capacidade e competência e solidariedade e inteligência nesta geração?
 
Claro que há. Conheço uns bons e valentes punhados de exemplos!
 
Os jovens que detêm estas capacidades-características não encaixam no retrato colectivo, pouco se identificam com os seus contemporâneos, e nem são esses que se queixam assim (embora estejam à rasca, como todos nós).
 
Chego a ter a impressão de que, se alguns jovens mais inflamados pudessem, atirariam ao tapete os seus contemporâneos que trabalham bem, os que são empreendedores, os que conseguem bons resultados académicos, porque, que inveja! que chatice!, são betinhos, cromos que só estorvam os outros (como se viu no último Prós e Contras) e, oh, injustiça!, já estão a ser capazes de abarbatar bons ordenados e a subir na vida.
 
E nós, os mais velhos, estaremos em vias de ser caçados à entrada dos nossos locais de trabalho, para deixarmos livres os invejados lugares a que alguns acham ter direito e que pelos vistos - e a acreditar no que ultimamente ouvimos de algumas almas - ocupamos injusta, imerecida e indevidamente?!!!
 
Novos e velhos, todos estamos à rasca.
 
Apesar do tom desta minha prosa, o que eu tenho mesmo é pena destes jovens.
 
Tudo o que atrás escrevi serve apenas para demonstrar a minha firme convicção de que a culpa não é deles.
 
Haverá mais triste prova do nosso falhanço?”
 
Mia Couto
 
Há dias, li estas palavras de um grande escritor, que muito prezo, que me deixaram motivada para escrever sobre o assunto, numa perspectiva diferente…
 
Confesso que já me sinto cansada de ler ou ouvir o mesmo tipo de discurso fatalista; o tipo de comentários ou textos que “batam sempre na mesma tecla”, dando a impressão de que muito pouco se construiu neste tempo todo, por isso, enchi-me de coragem e decidi comentar e colocar à consideração dos nossos leitores este apontamento.
 
É verdade que o dinheiro não compra a felicidade, muito menos o conhecimento e, ainda menos a educação e o afecto familiar.
 
Também é verdade que, ter muito acesso à informação não traduz muito conhecimento por si só.
 
É uma realidade inquestionável que a sociedade mudou, mas isso não quer dizer que seja para pior!
 
Sempre conheci os pais a ajudarem os filhos com sacrifício.
 
Ouço ainda hoje histórias de familiares que para terem um par de sapatos para irem para a escola, era preciso abdicar de algo em casa, tal como hoje se fazem opções para que o dinheiro chegue. Não são os sapatos o problema na maior parte dos casos, mas as necessidades sempre existiram, a gestão rigorosa também e as escolhas para que o dinheiro mais ou menos estique para o essencial, por que se quer dar o melhor aos nossos filhos e nem sempre a vida o permite.
 
Recordo comentários de pais que dizem não ter comida para jantar para dar aos filhos e outras realidades que nem sempre são afloradas, mas que demonstram muito bem que temos pais fabulosos neste país, tal como temos aqueles que “esbanjam” e deixam os filhos sem o mínimo e, os tais que compram até o afecto dos descendentes.
 
É por termos tanta diversidade neste tempo que me incomoda que se pegue sempre na mesma “franja”. 
 
Há de facto uma camada da nossa população à rasca porque se excedeu em tudo, até na falta de tempo para ver crescer os filhos, acreditando que o dinheiro paga a educação, o amor e as relações, mas igualmente há pessoas poupadas e que transmitiram esses valores aos filhos, a par da luta e da consciência de uma vida difícil. 
 
Também há e, não são poucos, os pais que, por muito que quisessem, nunca se poderiam colocar no lugar daqueles que pagam jantares e viagens aos filhos, sem esquecer que os concertos são uma miragem para muitos jovens…
 
Claro que o conceito de essencial varia de família para família e que existem pessoas que não têm dinheiro suficiente sequer para comprar um pão diariamente, pelo que mil vezes preferiam ter de optar entre uma ida dos filhos ao restaurante ou ao pavilhão atlântico ver o seu artista preferido uma vez no ano…
 
Na maioria dos casos, a questão nem se coloca quanto mais existir uma resposta!
 
Depois, a internet tornou-se uma ferramenta de trabalho e de estudo na maioria das famílias… os tempos mudaram e, se no passado um gira-discos era um presente de aniversário e um velhinho vinil, uma oferta brilhante, hoje temos um equipamento diferente; mais caro é certo, mas mais um motivo para ter de fazer uma gestão: compra-se um Ipad e não se oferece mais nada ao longo do ano por exemplo.
 
Depois, a escola mudou e como mudou! Recordo-me que, no meu tempo era uma chatice a matéria que, até hoje não se aplica a nada; serras, rios, e tantos outros interesses e desinteresses pouco aplicáveis à realidade, mas que faziam parte de um sistema que desenvolvia a memória.
 
Hoje, mal ou bem passamos para a compreensão da realidade.
 
O ensino é praticamente uma ferramenta para aprender a procurar o conhecimento que não se esgota em 12, 15 ou 20 anos de estudo.
 
Existem os meios e é preciso saber aplicá-los e com método, não propriamente memorizar conceitos, (até por que isso seria impossível na nossa sociedade e ao ritmo a que as coisas mudam), mas saber que existem e onde estão as fontes para quando é necessário pesquisar e saber mais.
 
A escola fornece as bases e, aí sim acho discutível se as mesmas preparam da melhor forma os alunos, pois os exames reflectem uma realidade delicada sem que se perceba onde estão as falhas, pois o método pode não ser eficaz, tal como os professores que têm vidas desgraçadas neste sistema e, os alunos nem sempre são estimulados para aprender, a que se podem acrescentar muitas outras explicações.
 
Agora considero uma injustiça que os alunos é que vivam as frustrações de um sistema que não consegue detectar as suas lacunas e tirar partido do melhor dos alunos, pelo que ano após ano, as pautas reflectem tristeza, fracasso e tantos outros sentimentos que deveriam ser repartidos por todos os protagonistas, pois assim não se fazem bons alunos, bons profissionais, pessoas trabalhadoras e felizes no futuro.
 
Claro que não existe comparação com o passado em que nada se discutia sequer: era assim e pronto! 
 
Se por um lado, o ensino actual é mais rápido, é também mais abrangente e mais vocacionado para o alargamento de horizontes, pois é fácil encontrar uma enciclopédia virtual com a informação, por outro implica o estudo ao longo da vida e a procura da prática e do aperfeiçoamento por que se sabe que, o conhecimento não se esgota com a escola e que o que é verdade hoje, não o será em pouco tempo.
 
Ninguém aprende a ser o que quer que seja sem prática, sem o contacto com a realidade, por isso não posso dizer que os jovens sabem pouco quando nem sequer têm um trabalho, um estágio; uma oportunidade para aprofundar e melhorar o que aprenderam. Não existe um curso que forneça todo o conhecimento, mas sim as ditas ferramentas como ponto de partida para saber mais.
 
Os mais velhos, em meu entender são o alicerce prático na orientação dos mais novos, mas como estão sempre contra as novas gerações, acabam por vê-los como inimigos e fechar-lhes as portas com medo que os jovens saibam mais com metade da idade. Isto passa-se em imensos locais de trabalho, sendo que o estado não é excepção: ensina-se o pior para não ter um concorrente mais tarde e, nessa sequência, vemos o resultado: uma geração que sabe a teoria sim, mas que no confronto prático é logo colocada de parte por não ter tido oportunidade de melhorar o que aprendeu na escola.
 
Depois, temos jovens que, com poucos anos de idade e alguns estudos, conseguem um melhor desempenho profissional do que muitos profissionais de décadas!
 
Claro que disto pouco se fala: dos agricultores de sucesso com muito menos trabalho e desperdício e de tantas áreas profissionais reconhecidas de quem teve “um empurrão” e conseguiu, mas que não terá certamente mais sabedoria natural que outros tantos, simplesmente foi “visto” num sistema de milhares e “teve sorte” como se diz.
 
A inveja surge precisamente dessa escassez de oportunidades, não tanto, em meu entender, por querer anular o outro. Se existem 5 vagas para mil candidatos, é difícil entender a escolha, ou não será?! Todos querem ter o direito ao emprego ou trabalho e deveria ser mesmo um direito.
 
A escolha dos melhores deveria ser um segundo passo, não o ponto de partida, por isso é sempre questionável e revoltante compreender a razão da rejeição quando, em muitos casos, os jovens estão em pé de igualdade em termos de conhecimento, mas não em termos de oportunidades.
 
Gostaria de saber se a sociedade não critica os pais que têm muito dinheiro e que não investem nos filhos… ou se só critica os que não têm e que fazem um esforço enorme?
 
Não existem cursos para pais, mas todos sabem que o novo tempo reflecte uma sociedade amargurada por ter de colocar os filhos cedo no infantário, por ter de trabalhar e por ter de criar alternativas ao passado em que a mãe ficava em casa com a sua mãe e que toda a vizinhança ajudava na educação das crianças que, mal ou bem, recebiam atenção e os saberes passados geracionalmente.
 
Curiosamente, também não temos uma geração afectuosa com essa idade…
 
Temos cenários de muita violência, a começar pela doméstica, temos muito alcoolismo, rixas de vizinhança, famílias que não se olham há décadas e daí por diante… sim, os mais velhos carregam esta “vergonhosa marca” do seu tempo, mas exigem que os mais novos rapidamente a desfaçam e construam um futuro brilhante, mas como?
 
Fala-se nesta geração; neste tempo como se fosse o pior de sempre, o mais fatalista e, o anterior?
 
Será que a mudança tem de ser sempre negativa?
 
Existe problema em reconhecer que se deu muito, mas que a própria vida está a mostrar a falha e todos vão ter de se reorganizar e de aprender um novo modelo familiar?
 
Antigamente os pais emigravam para dar um futuro melhor aos filhos. Não nos podemos esquecer de que, pais é sinónimo de sacrifícios, mas quando se trata de diversão, somos ferozes, pois ninguém pode rir e dar momentos de felicidade aos filhos, mas sim estar sempre amargurado e transmitir a ideia de que os jovens têm de se esforçar e esforçar e esforçar para ter um prazer… não é mesmo por acaso que existem tantos jovens revoltados no nosso mundo, mas sempre os houve, pelo que a falha não é só deste tempo, mas sim da própria condição humana que só evolui por que quer mais, exige mais conhecimento e oportunidades novas!
 
O dizer “não” é uma aprendizagem para todos; a maioria das pessoas mais velhas que conheço não aceita ser contrariada, muito menos nega o que quer que seja. Adia a resposta e cai no esquecimento!
 
Então por que razão os nossos jovens têm de carregar todos os problemas de uma cultura fatalista, infeliz, derrotista, amargurada e de mal com a vida?
 
Alguém é capaz de dizer “estou bem, obrigado” ao invés de “vamos andando?”
 
Mas os jovens é que são mal-educados, habituados a tudo o que não presta, mas que foram os mais velhos que inventaram, compraram, estimularam e daí por diante.
 
Sim, quem nasceu nesse tempo de “abastança”, não escolheu a altura para chegar ao mundo, muito menos decidiu que os pais deveriam contrair um crédito à habitação e fazer “das tripas coração” para lhes oferecer tecnologia, educação e diversão.
 
Se os pais erraram em aceder ao progresso, terão agora de reformular e de encontrar saídas, pois o problema é mais a falta de tempo para explicar a realidade do que o medo de dizer “não”!
 
Acredito que, muito mais do que se escrever e repetir pensamentos, a sociedade em si está a criar as suas soluções e a aprender com os erros, pois sempre assim foi e será, pelo que, quanto mais mantivermos este tipo de discurso, mais nos afastamos da melhoria.
 
É importante dar confiança aos pais que se confrontam com dificuldades e que precisam sim de compreensão e de alternativas que deveriam começar pelo mesmo sistema que semeou ilusões para todos!
 
Era corajoso dizer aos pais que todos se enganaram quando prometeram abastança e que devem sim reaprender um modelo familiar mais consistente, ou seja, baseado no diálogo com os filhos, nas histórias do passado que são a única garantia do que se passou e superou, mostrando soluções. Caso contrário, estamos a empurrar toda a gente para uma depressão colectiva e sem saber como sair dela.
 
Não existe problema algum em dizer aos filhos que já houve mais dinheiro, mais emprego e menos dificuldades, mas que igualmente já se passaram momentos tão ou mais difíceis que esta crise, por isso, há que continuar a investir, a estudar a inventar formas de ocupar o tempo aprendendo nem que seja gratuitamente, pois é uma oportunidade de nos sentirmos úteis, de melhorar conhecimentos e de estar mais perto das oportunidades, já que em casa deprimidos, ninguém nos vai contactar para um trabalho.
 
Receita pessoal: quem dá afecto também tira um objecto qualquer. Quem dá atenção, tem moral para restringir o que considera supérfluo, quem não tem dinheiro não alimenta o que não pode, mas acima de tudo, quem quer aprender, tem sempre ao seu dispor um conjunto de instrumentos para o fazer e melhorar. Este é o meu pensamento neste tempo, como diz Mia Couto de uma geração qualificada, mas que sabe pouco. Sabe o que precisa para fazer face ás oportunidades que a sociedade lhe dá.
 
Os políticos mais velhos, também se esqueceram de dar melhor informação aos mais novos e depois queixam-se que são mal governados… isto quer dizer que, os mais velhos deveriam agarrar na sua experiência e transmiti-la ao invés de passarem anos da sua vida a criticar as gerações vindouras, pois acabam por viver felizmente muitos anos e colher o fruto dessas atitudes em todos os sectores e áreas de que necessitam.
 
Ás vezes penso que, os nossos líderes pensaram que viveriam pouco e que não precisavam de ver as suas reformas cortadas, os locais de trabalho em risco e os filhos sem casa para morar…
 
Que julgaram deixar as dívidas que ninguém iria pagar, por que as mordomias sempre alimentaram classes e, é por isso que temos um país falido. 
 
Não são estes jovens à procura de uma oportunidade de sobrevivência que contrariam dívidas de décadas, muito menos a falência no sistema de segurança social e de saúde, mas são eles a quem lhes será veado o acesso aos serviços e à tal educação de qualidade e ao futuro digno que, os tais pais à rasca gostariam de oferecer aos seus filhos…
 
Paula Rocha
 
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