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Fontanela:cuidados a ter com o bebé

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14-08-2013 - 16:18
A fontanela ou, mais vulgarmente conhecida como Moleira, é a área que mais cuidados inspira para os pais e especialistas, uma vez que são aberturas no osso do crânio do bebé separadas por linhas também abertas, chamadas suturas.
 
Ao longo deste artigo, faremos alguns apontamentos para que se compreenda o que é, e como se deve lidar com a fontanela de forma segura. 
 
Assim, as funções das fontanelas que se encontram no alto da cabeça dos bebés e das suturas são promover o momento do parto, facilitando a passagem do bebé pelo canal vaginal e permitir o crescimento adequado do cérebro. 
 
Imediatamente a seguir ao parto, a cabeça do bebé pode apresentar pequenas deformidades devido às alterações ocorridas durante o impacto da expulsão. 
 
Geralmente, essas imperfeições são corrigidas logo nos dez primeiros dias de vida e, ao longo do primeiro ano, o cérebro cresce metade do tamanho que terá quando adulto, alcançando quase o seu crescimento total no final do segundo ano de vida, pelo que, naturalmente as fontanelas se fecham durante esse período. 
 
A fontanela maior fecha-se entre o nono e o quinto mês de vida do bebé, enquanto que a menor abertura do crânio se fecha até ao segundo mês. 
 
Ao longo do processo existe o perigo de ocorrer uma alteração conhecida como Cranioestenose, caracterizada pelo fechamento precoce das fontanelas e suturas, que poderá dar lugar a deformidades no crânio, já que o cérebro fica sem espaço para crescer adequadamente. 
 
Neste contexto, faz sentido compreender melhor os riscos da cranioestenose que, mais não é do que o fechamento prematuro dos ossos do crânio e que pode causar, além da deformidade do crânio, lesões neurológicas graves. 
 
Em regra este problema afecta mais meninos do que meninas, sendo a proporção de três para um, acometendo um em cada 2000 nascimentos. 
 
A cranioestenose não tem uma causa definida, mas pode ter causas hereditárias, intra-uterina, infecciosa ou até mesmo o uso de alguns medicamentos durante a gestação, como anticonvulsivantes. 
 
O diagnóstico é feito pelo médico a partir de exame físico do bebé que ocorre logo nas primeiras horas de vida e que é repetido nas várias consultas que se seguem ao nascimento do bebé. 
 
Através de exames radiológicos e de neuroimagem, o profissional verifica as suturas fechadas e as possíveis malformações dos ossos da face e do sistema nervoso que a cranioestenose pode causar. 
 
O tratamento é cirúrgico e tem como objectivo criar espaços para o desenvolvimento normal do cérebro e corrigir as deformidades existentes, prevenindo ou aliviando as sequelas que possam existir. 
 
Nunca é demais salinetar que, um diagnóstico atempado pode fazer toda a diferença num tratamento eficaz ou numa lesão para a vida, daí a importância da intervenção precoce. 
 
É importante ter em conta que um acompanhamento neurológico é muito importante nos casos de cranioestenose. 
 
Nem sempre os bebés com cranioestenose ficam com sequelas que prejudiquem o seu desenvolvimento, contudo o apoio médico é que pode determinar a qualidade do tratamento e a melhor forma de resolver o problema quando este existir. 
 
É essencial consultar o pediatra para que este especialista observe o crescimento e desenvolvimento normal do bebé, pois essa é a garantia de que se está a proporcionar um desenvolvimento sadio. 
 
Em regra, e não havendo qualquer problema como o que foi referido acima, a fontabela passa pelo natural processo de fechamento sem causar incómodos para os pais e para o bebé. Faz-se a higiene com cuidado e evita-se carregar a área como forma de segurança e uma garantia de que não se está a prejudicar o bebé. 
 
Os pais podem e devem dar banho ao bebé, lavar-lhe a cabecinha tendo apenas a necessária delicadeza para evitar dores no bebé. 
 
O médico faz a sua avaliação periódica e também poderá dar dicas importantes aos pais quando estes não saibam como lidar com a situação. 
 
Quando está tudo bem, o clínico faz uma avaliação mesmo manual para se certificar do desenvolvimento do crânio e da forma como está a progredir a fontanela, o que também é um factor tranquilizante para os pais. 
 
Em resumo, a Fontanela, na anatomia humana, é o espaço macio e membranoso que separa os ossos do crânio dos recém-nascidos. 
 
Note-se que, o crânio do recém-nascido possui seis fontanelas, duas ímpares, a fontanela anterior ou bregmática e a fontanela posterior ou lambdóidea e duas pares, as fontanelas mastóidea e a esfenoidal. 
 
As fontanelas fazem com que os ossos do crânio possam movimentar-se permitindo que a cabeça do bebé passe da melhor forma pelo canal do parto.
 
 
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