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Domingos Caetano

Domingos Caetano
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09-11-2013 - 22:25
Domingos Caetano é natural da Fuzeta, concelho de Olhão e, desde a tenra idade que tem enaltecido a região algarvia, quer pelo seu grandioso talento, quer pela luta em fazer chegar mais longe o que de melhor se faz em termos musicais em português e com pronúncia típica algarvia.
 
 
Sem margem para dúvidas que, o mentor e ainda resistente elemento da Banda IRIS que hoje conhece um sucesso grandioso, tem desenvolvido um trabalho notável, quer na expressão da sua criatividade, no dinamismo e na força para agarrar os desafios, quer na passagem desses valores e saberes aos jovens talentos com vista também a divulgar a boa música portuguesa. 
 
Num percurso musical que começou nas escadas do Liceu João de Deus em Faro, o então autodidata Domingos Caetano começou a tocar guitarra, ingressando mais tarde no Conservatório Regional do Algarve, onde aprofundou o conhecimento em guitarra-clássica, piano e educação musical e acústica. Porque falar de Domingos Caetano é afirmar a banda IRIS e o seu percurso, importa remontar no tempo algumas marcas da sua fundação. 
 
Assim a concretização do projeto da Banda IRIS teve início em Julho de 1979, em que um grupo de quatro rapazes se juntou para tocar e fazer boa música. Os bares e bailes da região foram os palcos de um talento musical que rapidamente chegou a uma unidade hoteleira em Vilamoura e aos grandes eventos realizados no Algarve. 
 
Devido à facilidade e originalidade de comunicação do seu fundador, vocalista principal e guitarra solo, a banda foi marcando a diferença no estilo original e capaz de fazer vibrar multidões. Foi o mote para a banda de Domingos Caetano pensar noutros palcos, ainda que, com todas as dificuldades que as bandas portuguesas enfrentam. 
 
Interventiva e capaz de lutar pelo sonho de chegar mais alto, a Banda IRIS, assinou um contrato discográfico em 1995, com a Vidisco de 3 CD`s, donde resultou o primeiro trabalho intitulado:"Vão Dar Banhó Cão", saído em Setembro desse ano e produzido pelo inglês Neal Kay, tendo sido gravado nos estúdios JPN em Faro. 
 
Um sucesso de vendas, este CD surpreendeu todos, inclusivamente os membros da banda que se viram confrontados com inúmeras solicitações para espetáculos entrevistas e participações em programas de rádio e televisão, sendo o país contagiado pela sua música e expressividade em palco. 
 
O CD atingiu mais de 20.000 cópias vendidas, tendo a banda sido galardoada com um Disco de Ouro. Os dados estavam lançados para o sucesso e, no ano seguinte surgiu o fenómeno da Banda IRIS: "Oh Mãe, Aquêle Moçe Batê-me", versão da música "The House Of The Rising Sun" imortalizada pelos Animals, foi sem dúvida o tema que fez a diferença, trazendo como maior inovação, as músicas rock cantadas com pronúncia algarvia, levando os "moços marafados" a efetuar mais de 60 espetáculos por todo o pais. 
 
Outro ponto alto da carreira da banda foram os espetáculos no Coliseu de Lisboa e no Coliseu do Porto, onde as vendas voltaram a disparar e a surpreender devido ao elevado sucesso alcançado. 
 
Sem mais travar esta energia, criatividade e capacidades Domingos Caetano conheceu e repetiu palcos, ouviu as maiores críticas e ousou criticar o sistema através da sua música, caraterística que ainda é um emblema da Banda IRIS e que lhe dá especial notoriedade e reconhecimento. Empenhado em assegurar a mesma vitalidade original da banda, Domingos continua a ser o motor criativo do projeto, assinando temas da sua autoria e conduzindo a banda para um sentido ascendente, sendo de destacar também o sucesso alcançado no CD/DVD ao vivo resultante da Concentração de Motas de Faro e da participação da Orquestra de Câmara 
 
“Ensemble Petrov”, que destinguiu os IRIS como sendo a primeira banda rock portuguesa a conseguir o feito de gravar ao vivo com uma orquestra de cordas. 
 
Com muitos espetáculos e experiência musical acumulada, Domingos Caetano tem a seu lado Thierry (Bateria e Percussão), Márinho Pires (Baixo e vozes), Rui Machado (Guitarras) Carlos Guerreiro (Teclas e vozes) e João Ruano (Teclas), contando em alguns dos temas, com a presença de convidados como Sara Gonçalves, Inês Graça e João Ramos (coros), Nuno Ferreira e Bruno Romeira (guitarras) e Beto Kalulu (percussão), sendo conhecidas as alterações ocorridas na banda original. 
 
A banda tem vindo a promover o seu último CD intitulado “Sueste”, fazendo um reconhecimento aos fãs pelo percurso e apoio: “é para vocês este trabalho” o que por si só já é merecedor de um enorme aplauso para um conjunto de talentos que dignificam a boa música portuguesa e acreditam ser possível manter o sucesso alcançado há três décadas.
 
 
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