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Descubra os “segredos” das pessoas mais felizes do mundo

Descubra os “segredos” das pessoas mais felizes do mundo
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16-01-2017 - 11:18
A Dinamarca é o país mais feliz do mundo, de acordo com os dados do relatório anual da ONU.
 
Por serem felizes, os dinamarqueses acreditam na importância de “contagiar” os outros com essa energia positiva, pelo que revelam o que está por detrás da sua felicidade.
 
Este povo baseia-se no significado de “Hygge” que, não sendo interpretada da mesma forma por todos, acaba por ser a palavra mágica que faz da Dinamarca o país mais feliz do Mundo.
 
Esta ideologia que se aproxima do budismo, assenta essencialmente na capacidade de valorizar as coisas mais simples e, aparentemente mais insignificantes, mas que reúnem a “poção mágica” para desfrutar de momentos agradáveis ao longo de cada dia. 
 
O ambiente é pensado e reproduzido cautelosamente para que permita a harmonia pretendida e o lema é “viver o momento, desfrutar o agora". Esta tónica marca a diferença na felicidade de um dos povos que também tem menos dificuldades económicas, o que não deixa de ser ainda mais interessante, pois, nos seus momentos de intimidade, o que é realmente valioso é o mais elementar.
 
E os dinamarqueses explicam que, apesar de não existir uma tradução, o seu segredo é valorizar cada momento como único e especial. É apreciar uma “situação em que te sentes confortável, relaxado e livre”, explicou Mikkel Larsen, de 42 anos, do departamento de comunicação da embaixada da Dinamarca em Madrid, à Verne.
 
Para Larsen, tem a ver com algo social, compartilhar momentos de diversão com os outros. Também citadas pela mesma fonte, Julie Thomsen, de 24 anos, e a vice-consul Birte Secher, de 70 anos, acreditam que tem mais a ver com a paz e o sossego, com os momentos em que se fazem pequenas coisas que nos fazem felizes, que também podem ser divertidas.
 
O hygge está relacionado com a necessidade de superar o Outono e o Inverno que, naquele país é frio e escuro, pelo que um dos requisitos essenciais é a luz. As velas, a lareira e a iluminação do espaço. 
 
Tudo começa por se dedicar um tempo diário para fazer o que nos faz sentir bem, com as pessoas que amamos e com nós mesmos.
 
“Na Dinamarca pensamos muito em usar o tempo de uma maneira eficaz, para trabalhar e fazer todas as tarefas diárias.” Mas, além disso, “também nos preocupamos em encontrar tempo para nos cuidarmos e relaxar à margem das obrigações, com pequenas coisas.” 
 
O hygge pode produzir-se em qualquer sítio. Um churrasco ao ar livre no verão, um passeio pelo parque, um aperitivo, um jantar num restaurante pode ser hyggelig. Mas, como a maioria dos dinamarqueses gosta mais de reunir-se no conforto do seu lar, abre as portas de casa ao convívio com amigos criando um ambiente propício.
 
“Para que nos sintamos confortáveis, é fundamental criar um momento agradável, pelo que tudo começa na iluminação que confere ao espaço um ambiente acolhedor.”
 
Colocar uma boa música de fundo. Uma lareira seria o ideal, mas as velas são imprescindíveis. Umas flores frescas sobre uma mesa de madeira, uma toalha bem colocada, ajudam a conseguir um toque especial para provocar um prazer simples.
 
Evitar tudo o que compromete o estado de relaxamento
 
Há assuntos que não se sentam à mesa, para que não comprometam o relaxamento. A política fica longe da ocasião, tal como, o trabalho, o stress, os problemas do quotidiano. O momento é para desligar do mundo exterior e para apreciar o ambiente. 
A televisão, o iPad e o telemóvel também impedem as conexões sociais com o hygge, pelo que ficam à porta!
 
Concentrar-se numa só conversa com toda a gente
 
Depende do tamanho da casa, mas consegue-se melhor em lugares pequenos. E tem sentido, porque assim é mais fácil manter uma única conversa em vez de várias conversas paralelas.
 
Pensar no menu
 
No outono e no inverno, os dinamarqueses não concebem uma noite sem uma bebida quente. Cozinhar em conjunto também é muito comum. Reúnem-se com a família e os amigos para preparar uma receita tradicional ou fazer um bolo.
 
O povo mais feliz do mundo aprecia grød, uma espécie de papa que os lembra a infância, porque o hygge tem também muito de nostalgia. O hygge pode também corresponder a comprar uns queijos e vinho e saboreá-los à luz das velas.
 
Ter sempre presentes os antepassados
 
Alguns dizem que o hygge tem a ver com fazer coisas que os antepassados reconheceriam. Os dinamarqueses concordam que está muito relacionado com as tradições e com atividades ou objetos que têm um grande valor sentimental.
 
Beber chá numa chávena da avó é muito hygge
 
Destapar os dias no calendário é um evento típico escandinavo, como se faz no Natal, porque transporta para a infância, quando o faziam com os seus pais.
 
Estar confortável
 
Embora o hygge tenha mais a ver com desfrutar do que com os atos e as coisas em concreto, há elementos que ajudam. As velas, que dão calor e luz quando na Escandinávia domina a escuridão e o frio. A roupa cómoda também é fundamental.
 
Ficar na cama ao domingo debaixo do edredão por mais tempo do que o habitual, com um bom livro e um café.
 
Enrolar-se no sofá com uma manta e uma chávena de chá ou chocolate quente, a ver um filme.
 
As coisas hyggelig
 
É importante que seja algo de que se goste e algo simples. 
 
Os jogos de mesa em família ou com os amigos são muito hyggelig. O Natal e a Páscoa também são hyggelig, já que reúnem um conjunto de emoções que envolvem os outros também no imaginário e nas recordações do passado.
 
Portugal está muito abaixo deste ideal, estando posicionado no 94º lugar da lista, atrás de países como o Paquistão e o Kosovo, e imediatamente à frente da Macedónia. No total são 157 países analisados pela Organização das Nações Unidas e faz sentido uma reflexão.
 
Portugal dispõe de uma gastronomia rica e variada, o que facilmente dá o mote para um agradável momento de convívio. Sendo um país onde o sol predomina a maior parte do ano, os portugueses terão mais motivos para sorrir e para desfrutar a vida na sua plenitude no campo, na praia ou num qualquer espaço que lhes permita o contacto com a natureza e com emoções agradáveis.
 
O primeiro passo poderá muito bem ser a organização do dia a dia para que as horas sejam melhor aproveitadas e para que reste tempo para saborear, para sorrir e estar consigo mesmo ou com os outros! Não existindo uma ideologia nacional que conduza à felicidade, o povo “Tuga” pode construir momentos agradáveis e felizes à luz dos recursos de que dispõe, aproveitando a simplicidade que constitui um país à beira-mar plantado!
 
Algarve Primeiro
 

 

 
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