siga-nos | seja fã
PUB
 

António Assis Esperança

António Assis Esperança
Imprimir Partilhar por email
22-09-2013 - 10:52
Ficou célebre na sociedade portuguesa enquanto escritor e jornalista.
 
 
Ao longo da sua vida simples, foi um homem de causas que lutou pelo que acreditava, dando o seu contributo nas publicações Seara Nova, O Diabo e Vértice e dirigiu o jornal de crítica teatral A Crítica. 
 
Foi membro do Pen Club e um dos fundadores da Sociedade Contemporânea de Autores, pertencendo à primeira direcção da Sociedade Portuguesa de Escritores tendo sido ambas encerradas pelo Estado Novo. 
 
Nunca é demais realçar que, algumas das suas obras foram traduzidas para romeno, o que enaltece o valor deste algarvio que ultrapassou fronteiras no conhecimento e foi capaz de difundir as suas notáveis capacidades de escrita. 
 
António Assis Esperança nasceu em Faro a 27 de Março de 1892 e rapidamente se tornou numa das grandes referências algarvias da literatura portuguesa contemporânea. 
 
Segundo Isilda Varges Gomes, Governadora Civil de Faro que lhe prestou uma homenagem no dia do seu nascimento em 2009, “ António Assis Esperança, é o autor de um punhado de obras admiráveis, onde a crítica social, o realismo admirável, os dramas e vivências das gentes do Algarve e um não menos notório lirismo, marcam presença”. 
 
Destacando algumas obras notáveis deste escritor, Isilda Gomes acrescentou que, “assim acontece nos romances “Vertigem” (1919), “Viver” (1921), “Ressurgir” (1928), “Gente de Bem” (1929), “Servidão” (1946), “Trinta Dinheiros” (1959) “Pão Incerto” (1960), “Fronteiras” (1973), tal como nas peças teatrais “Noite de Natal” (1923) e “Naúfragos” ou nas novelas “Funâmbulos” (1925) e “O Dilúvio” (1932), concluiu a Governadora Civil do Distrito de Faro. 
 
António Assis Esperança é detentor de inúmeros prémios e distinções, entre os quais se destacam, “Prémio Ricardo Malheiros – Academia de Ciências de Lisboa” (1946), “Prémio da Imprensa Cultural” (1960), “Prémio do Concurso de Obras Dramáticas do Teatro Nacional”, “Prémio da Associação Portuguesa de Imprensa”, este em ex-aequo com o escritor José Rodrigues Miguéis “Páscoa Feliz”. 
 
Esta referência do Algarve veio a falecer em Lisboa a 3 de Março de 1975 com uma vida marcada pela simplicidade, mas pela luta e pela coragem de enfrentar o mundo. 
 
Assis Esperança é mais um exemplo de um algarvio que dignificou a região no país e nos espaços onde a sua obra permitiu levar a cultura portuguesa. 
 
(Actualização:04-02-11)
 
COMENTÁRIOS
 
MAIS NOTÍCIAS
-

Jorge Tavares



-

Russel M. Santos



-

Grupo de Charolas União Bordeirense



-

Anabela Afonso (Stª Bárbara de Nexe)



-

Francisco Rosado



PUB
 
NOTÍCIA MAIS LIDA DO MOMENTO
Hélder​ ​Semedo​ ​despede-se​ ​da​ ​vida autárquica​ e "provavelmente" da vida política

Hélder​ ​Semedo​ ​despede-se​ ​da​ ​vida autárquica​ e "provavelmente" da vida política

ver mais
 
 
  
ÚLTIMAS NOTÍCIAS
Associação Movimento Juvenil em Olhão vence Prémio "Boas Práticas 2017 - Associativismo Juvenil"

Associação Movimento Juvenil em Olhão vence Prémio "Boas Práticas 2017 - Associativismo Juvenil"

ver mais
 
ACRAL promove debates com candidatos às autárquicas nos concelhos de Faro, Tavira e Loulé

ACRAL promove debates com candidatos às autárquicas nos concelhos de Faro, Tavira e Loulé

ver mais
 
Lagoa:GNR fez 19 detidos em festival de música eletrónica

Lagoa:GNR fez 19 detidos em festival de música eletrónica

ver mais
 
 
 
 
Allô Pizza Escola de Condução C.C.S Loja das Taças Restaurante Os Arcos
» Sociedade» Fichas de Leitura» Desporto» Click Saúde
» Economia» Figuras da nossa Terra» Política» CX de Correio