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Alimentação afeta (e muito) a qualidade de vida

Alimentação afeta (e muito) a qualidade de vida
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21-09-2016 - 10:22
É célebre a frase que diz “somos o que comemos” e parece ser muito verdadeira.
 
Tendo por base os dados da Direção Geral de Saúde, metade das doenças e mortalidade que se regista em Portugal resulta dos maus hábitos alimentares, sendo de destacar o excesso de sal e açúcar.
 
Os mesmos números mostram que, apesar de viverem mais, as mulheres têm menos qualidade de vida, sobretudo em virtude desses hábitos alimentares erráticos.
 
Na conferência sobre o Plano Nacional da Saúde que decorreu em Loures, o director-geral da Saúde avisou que quase metade dos portugueses adultos tem hipertensão, sendo o consumo de sal uma das principais causas para aquela doença crónica.
 
“Pelo menos metade das causas de doença e de morte têm relação direta com a alimentação, sobretudo com o excesso de sal, mas também o excesso de calorias, as gorduras de fabrico industrial e o açúcar”, afirmou Francisco George.
 
Um dos objetivos centrais do atual Plano Nacional de Saúde é a diminuição da mortalidade precoce (antes dos 70). Portugal quer ainda aumentar em 30% a esperança de vida saudável aos 65 anos em 2020, assumindo como fundamental ter programas que intervenham no grupo etário dos 50 a 60 anos.
 
Traçada como uma das metas do atual Plano Nacional de Saúde, o aumento da esperança de vida saudável aos 65 anos passaria nos homens a ser de 12,9 anos e de 11,7 anos nas mulheres.
 
Atualmente, embora as mulheres tenham maior esperança média de vida, registam valores inferiores no que respeita à esperança de vida saudável. Ou seja, vivem mais que os homens, mas com menos qualidade a partir da terceira idade.
 
O aumento da esperança média de vida saudável e a diminuição da mortalidade precoce (antes dos 70) são duas das quatro grandes metades definidas no plano, que contempla ainda objetivos mais dirigidos às gerações mais jovens. 
 
Um deles é a redução da prevalência do consumo de tabaco na população com mais de 15 anos e a eliminação ao fumo ambiental, enquanto o outro é o controlo da obesidade na população infantil para que não aumente em relação aos valores atuais.
 
O coordenador do plano, Rui Portugal, explicou que, no período de crise e de assistência financeira, os indicadores foram evoluindo, mas o ritmo de melhoria foi menor do que nos anos anteriores, situação que precisa de ser invertida urgentemente.
 
Os dados também não são positivos quando se percebe que, Portugal está no 3º lugar da lista de países europeus que mais consome fast-food, o que traduz claramente que, a Dieta Mediterrânica está a ser substituída pela comida industrializada.
 
Se pensarmos nos prejuízos para a saúde e, nos benefícios para o paladar, vale a pena reformular os hábitos alimentares e, desde a tenra idade, já que são pontos a favor de toda a família.
 
Uma panela de sopa pode fazer-se ao fim de semana, conservar-se no frio e ser a abertura de uma refeição. O peixe fresco ou congelado também não constitui uma dificuldade de acesso no nosso país plantado à beira-mar!
 
A forma como se temperam os alimentos também é importante, já que o excesso de sal deve ser substituído por ervas aromáticas e por aprender a descobrir o verdadeiro sabor dos alimentos. Basta construir um novo hábito e, ir suprimindo o sal. Depois, há várias opções para tornar os alimentos mais saborosos, sem esquecer que, quer o peixe, quer a carne, têm um sabor caraterístico que não deve ser “mascado” com o sal. O sumo de limão, a pimenta e outras especiarias e ervas aromáticas podem fazer grandes milagres na cozinha, é tudo uma questão de experimentar.
 
Outro dos grandes problemas é o açúcar.
 
Aparentemente inofensivo, o açúcar está presente em todos os alimentos industrializados e embalados já que auxilia no processo de conservação.
 
Ao mesmo tempo, encontramos açúcar nos bolos, bolachas, sobremesas, no leite embalado e de sabores, enfim se não se fazem “contas”, no final de um dia a quantidade de açúcar ingerida é assustadora.
 
Como a fruta tem açúcar e satisfaz as necessidades diárias, é desde logo a primeira grande opção.
 
Habituar as crianças a ingerir fruta entre as refeições, ajuda os pais a adotarem o mesmo comportamento, tal como a escolha das refeições. Os mais novos gostam do fast-food, então decide-se um dia por mês para fazer esse tipo de refeição e explica-se a importância de ingerir a sopa diariamente, intercalar a carne e o peixe e fazer uma aposta forte na fruta.
 
É tudo uma questão de consciência e de assumir que, a alimentação atual também já está a comprometer a saúde dos mais novos.
 
Vamos começar já hoje?
 
 
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