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Ajude o seu filho a desenvolver a auto-estima

Ajude o seu filho a desenvolver a auto-estima
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23-02-2015 - 11:46
É um desejo de todos os pais que os seus filhos tenham uma boa auto-estima, que sejam felizes e que se sintam motivados para enfrentar o quotidiano e a própria vida.
 
Como não será de admirar, os pais assumem um papel de elevada importância nesse processo, uma vez que, é a partir do exemplo, dos encorajamentos e da relação que se estabelece com os filhos, que resulta essa sensação de bem-estar.
 
É também de ter em conta, que igualmente os pais podem desencadear sentimentos negativos nos filhos, já que a sua postura face à vida se transmite para os mais novos. 
 
Nesse sentido, esta “receita” deve ser iniciada pelos pais e vivida na relação com os filhos, pois progenitores confiantes e que encaram a vida de forma positiva, mais facilmente vão transmitir essa perspetiva aos seus descendentes.
 
Todos sabemos que, ninguém pode gostar dos outros sem que goste de si mesmo, razão pela qual se aborda tanto a questão da auto-estima e da auto-confiança, um processo que deve começar desde o berço.
 
Recorde-se que, uma pessoa com uma boa auto-estima será muito mais capaz de se auto-respeitar e de não permitir que os outros abusem dela, o que cada vez mais é uma exigência nas nossas sociedades.
 
Assim, para que uma criança cresça com uma ideia positiva de si mesma, existem alguns conselhos que deve considerar:
 
É fundamental que os pais a abracem diariamente e que mostrem o quanto a amam.
 
Ensine a sua criança a não ter medo dos falhanços ou fracassos da vida, o perfeccionismo não existe e errar é natural. Pode dar os seus erros como exemplo, para demonstrar que ninguém é perfeito, e se algo corre mal não é o fim do mundo.
 
Não se deve desrespeitar os sonhos da criança para o futuro. É natural que idealize inúmeras profissões e que descarte outras, pelo que nem é necessário contrariá-la. Caberá a ela essa decisão no tempo próprio. Por que não ser bombeiro ou enfermeira no caso das meninas?
 
Diga-lhe o quanto perfeita é, assim como é. Reforce a ideia da sua aceitação pessoal, de que cada pessoa é única e tem muitas qualidades que a fazem ser única, especial e digna de ser amada.
 
Dê ênfase aos pontos fortes e esqueça os fracos. Dê coragem à sua criança de desenvolver aquilo que a torna mais forte, em vez de se focar em mencionar as características que sente em que ela é mais debilitada. Isto não significa que apenas incentive a sua criança a desenvolver as suas capacidades mais fortes, significa um reforço positivo das suas qualidades, em vez de um negativo pela falta delas.
 
Aceite o seu filho tal como ele é. Por vezes isto é mesmo muito difícil, qualquer mãe ou pai tem uma ideia do que a sua criança deveria ser, e tentam sempre encaminhar a sua criança nesse sentido. 
 
Este tipo de comportamento é natural pois significa que se ama a criança e se pretende que ela tenha sucesso. Mas o trabalho de uma mãe ou de um pai é aceitar a criança tal como ela é, e sentir-se feliz com a sua diferença e singularidade.
 
Certifique-se de que a sua criança sabe que pode contar consigo. Mesmo que tudo e todos a abandonem e critiquem, é importante que ela saiba a quem pode recorrer quando se sente aflita. Não existe melhor forma de garantir a segurança de um indivíduo do que saber que, o pai e a mãe estão ali atentos para o proteger.
 
Se tem uma filha, então é muito importante começar desde cedo a combater a imagem que os meios de comunicação transmitem de uma mulher perfeita, bonita, magra, etc. Não critique o corpo da sua filha, evite comprar revistas que enfatizem a magreza, a beleza como o mais importante no sucesso de uma mulher. Não se auto-critique em frente à sua filha, não diga que está gorda ou que não gosta do seu corpo.
 
Enfatize as mulheres que considera serem exemplos de grandes mulheres, que sucederam na vida, que são admiradas não pela sua beleza mas pela sua capacidade de fazer coisas boas no mundo, e que se ela quiser também será capaz de ser tão ou melhor sucedida que qualquer uma delas.
 
Ensine-a a respeitar os outros. Uma criança que saiba tratar bem os outros e que saiba sentir compaixão pelos mesmos, será alguém mais feliz, pois não irá provocar sofrimento nos deliberadamente e sem consciência.
 
Ouça realmente o que a sua criança tem para dizer. Não se limite apenas a acenar com a cabeça, responda e mantenha um diálogo.
 
Esteja disponível. Mesmo que trabalhe muitas horas, sempre que estiver com a sua criança seja alguém realmente presente, esteja realmente com ela, interaja e faça-a sentir a sua atenção. No final do dia coloque-a na cama, leia-lhe uma história, converse com ela e seja alguém realmente presente, termine sempre o dia com um abraço e um carinho especial.
 
Seja um exemplo de educação. Se a sua criança vir em si falta de educação, sentirá que pode fazer o mesmo, nada como um exemplo.
 
Dê liberdade à sua criança de tomar as suas decisões. Mesmo que seja a decisão com que brinquedo prefere brincar, deixe-a escolher e sentir que depois de uma decisão existe uma consequência. As crianças não têm muito controlo sobre as suas vidas, por razões óbvias. É importante não fazer nada por uma criança que saiba que ela é capaz de fazer por si própria.
 
Ensine-lhe que ela será capaz de fazer tudo a que se dedique. 
 
Reconheça os esforços da sua criança e não apenas o resultado dos esforços. Reconhecer que a sua criança, apesar do resultado, se esforçou para conseguir algo é muito importante, diga-lhe que o que interessa é o esforço que ela fez para conseguir.
 
Ensine-a a não se preocupar com o que os outros pensam dela. Ensine-a que o que os outros pensam não é motivo de impedimento de nada do que deseje alcançar. 
 
A crítica e o desdém dos outros não são saudáveis e tornam-se destruidores se a criança aprender que deve dar atenção a esse tipo de atitude. Se os outros não gostam não têm de olhar.
 
Nunca goze ou aponte os defeitos da sua criança. Chamar a criança de estúpida, burra, incompetente, ou gozá-la por algo que ela fez é um jamais/nunca! Se a sua criança tiver medo de algo, ou se sentir nervosa por fazer um actividade, diga-lhe que é normal o que está a acontecer, e que com o tempo esse medo desaparecerá.
 
Encoraje-a a ser aventureira e a experimentar novas coisas. Embora o instinto natural seja proteger os filhos, impedindo que se magoem, pode fazer com que a criança comece a sentir medo de experimentar novas coisas.
 
Incentive o uso da imaginação. Dê a liberdade criativa que uma criança necessita para se desenvolver, encorajando-a a brincar com a imaginação.
 
Tudo tem uma base e a personalidade dos seus filhos têm em si a base da personalidade deles, dê-lhes o exemplo, acredite em si, é importante que os seus filhos sintam em si o exemplo daquilo que lhes ensina. Passe tempo de qualidade com eles e faça-os sentir desejados e de bem com eles próprios independentemente dos seus desejos ou do que os outros podem pensar a seu respeito.
 
 
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