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Aceite a vida e seja mais feliz!

Aceite a vida e seja mais feliz!
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24-06-2015 - 14:00
Depois de muitas tentativas para encontrar a “receita” capaz de oferecer felicidade, surge-nos mais um estudo que promete revolucionar os demais!
 
O trabalho de investigação surge da Universidade de Harvard nos EUA e aponta como principais “ingredientes” para a felicidade aspetos tão simples quanto encarar a vida na sua lógica de “altos e baixos”, alternada com situações positivas e negativas e a conquista da paciência para esperar os melhores momentos para agir.
 
Esta teoria assenta na base de que, nada é suficientemente mau a ponto de desistirmos, tal como nada é tão bom que seja infinito”, pelo que, a função do ser humano é valorizar o positivo e tentar compreender o negativo, aguardar um melhor período e seguir em frente, pois “o passado ficou num determinado tempo e podemos encontrar sempre uma nova oportunidade”.
 
Partindo deste pressuposto, quando nos sentimos “em baixo de forma”, devemos pensar no que se passa, compreender e encontrar a justificação que melhor se adequa à nossa forma de estar, de sentir e de encarar a vida, pois em pouco tempo, estaremos “livres desse problema”, sobretudo por não lhe termos dado muita importância e por nos termos concentrado noutra situação mais relevante.
 
Os especialistas recomendam que se pratique diariamente trinta minutos de atividade física, já que, naturalmente esse exercício vai aumentar o bem-estar do corpo e facilitar a libertação “das cargas negativas”, enquanto produz uma sensação de bem-estar. 
 
Os investigadores de Harvard conseguiram elencar seis segredos para passar o resto da vida feliz, por isso, é só conferir!
 
Através da Psicologia Positiva, o especialista Tal Ben-Shahar diz que podemos aprender a alcançar a felicidade plena num livro chamado “Being Happy”. E tudo o que temos de fazer é aceitar a vida como ela é: quanto menos expectativas tivermos, menores serão as ilusões. E as desilusões. É importante não esquecer que só nos desiludimos porque nos iludimos!
 
Celebrar o fracasso pode parecer uma utopia, mas para este especialista “é muito simples de entender, uma vez que, a vida é feita de momentos bons e outros maus. Se não queremos perder os bons, então também não podemos evitar os maus. Há que aceitar a forma como a vida se desenrola: aproveitar ao máximo as coisas boas e atravessar com paciência as más pois depressa elas farão parte do passado.”
 
A Psicologia Positiva recomenda ainda que se aceite o esforço como uma condição da vida, já que nada nos é dado.
 
O desporto assume também um papel muito relevante nesta conquista da felicidade, uma vez que, a mudança de hábitos, a sua justificação e compreensão, fazem construir hábitos de vida saudáveis.
 
O especialista recomenda que, “basta mexer o corpo para se sentir mais desperto e ativo. E há um motivo químico que justifica este fenómeno: quando praticamos desporto, o cérebro produz mais endorfina, que fica na circulação e nos oferece uma sensação de bem-estar generalizado. Essa hormona confere-nos prazer e alivia a dor. E bastam trinta minutos de um passeio a passo rápido para se ser mais feliz.”
 
A capacidade de simplificar é outro requisito nesta conquista diária pela felicidade.
“Para quê perder tempo – e paciência – com o acessório quando nos podemos concentrar no que realmente interessa?” Tal Ben-Shahar é muito claro quanto a esta questão: “Quem muito abraça, pouco aperta”. De nada nos serve complicar a  vida com um infinito de tarefas quando temos limites. Concentre-se no que é importante. Simplifique.”
 
Um outro ponto já muito divulgado e dado como gerador de felicidade, assenta na meditação.
“Tudo passa por encaminhar os seus pensamentos para o lado positivo da vida. Não se engane: a capacidade de compreender o que nos vai na mente não chega para nos garantir o sucesso. Mas ao menos mergulhamos na paz interior, o que ajuda a ultrapassar melhor os momentos de crise.”
 
Não menos importante é a Resiliência.
 
Esta forma positiva de encarar a vida realça: “o que determina o nível de felicidade que vivemos, aquilo em que ancoramos a responsabilidade pelo nosso êxito ou fracasso, um ponto a que os cientistas chamam de locus de controlo, faz toda a diferença entre o otimismo e o pessimismo.
 
As pessoas otimistas atribuem os eventos positivos a si mesmos e os maus às outras pessoas. Os pessimistas fazem precisamente o contrário.
 
“Nem uma situação nem a outra contribuem para a aprendizagem com a experiência.” Isso exige resiliência. No mundo das ciências exatas, a resiliência é a capacidade que os corpos têm de retomar à forma original após serem submetidos a uma força. 
 
Na psicologia, a resiliência exprime a capacidade que as pessoas têm de atravessar situações adversas mantendo a saúde mental. Neste sentido, apesar de ser a última da lista, a resiliência constitui um ponto essencial para ser feliz, publica o El Pais.
 
 
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