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“A vida somos nós que a fazemos” (parte IV)

“A vida somos nós que a fazemos” (parte IV)
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05-08-2014 - 22:44
Talvez por isso, as palavras de Fernando Pessoa (“A vida somos nós que a fazemos”), sempre me tivessem feito sentido, pois num mundo acelerado em que todos pareciam saber sempre as coisas certas, eu também tinha o direito de, pelo menos acreditar que, o mais certo para mim, seria conhecer-me melhor e adiar as decisões que me causavam instabilidade por falta de auto-conhecimento.
 
Apesar de vivermos numa sociedade algo “standarizada”, em que existe um tempo apropriado para tudo, eu sempre quis crer que, a diferença humana é mais forte que as regulamentações idealizadas, escritas e deixadas pelos outros.
 
Se os mais velhos escreveram que se deveria casar por volta dos 20 anos, é porque no seu tempo a esperança média de vida se situava nos 60 anos ou menos.
 
Se estava decretado que a parentalidade tinha de ocorrer até aos 30 anos, é porque os casais não precisavam de tanto investimento para poderem sustentar e dar algo melhor aos seus filhos.
 
O mesmo se passa com o emprego em que bastava um dos elementos do casal trabalhar e, hoje sabe-se o quão isso é uma tarefa complicada, sem esquecer que, a mulher estava adstrita à casa e à educação dos filhos e que, o infantário passou a ser uma necessidade devido ao facto de, a mulher integrar o mercado de trabalho.
 
Efectivamente, as “novas verdades” que aqui apresento, também perdem o valor quando alguém reconhecer e, não vai faltar muito tempo para isso, que, afinal, temos uma geração doente, em que faz falta que os pais estejam mais presentes na vida dos filhos e que, os novos paradigmas responderam a uma geração, mas os resultados devem fazer-nos repensar a sociedade em geral e, a nossa vida em particular.
 
Não é porque “muitas pessoas” fazem uma determinada opção que, naturalmente se considera como a mais correcta. Temos sempre medo de estar no lado das minorias, mas a nossa sociedade é de tal forma ampla que, nos interrogamos acerca de quem são as maiorias e se alguma vez as conheceremos…
 
E, no fundo, qual é o papel dos outros na nossa vida? Ensinar? Organizar? Viver as nossas emoções e escolhas?
 
AP
 
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