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" Inteligência Emocional " – a chave do sucesso

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17-12-2013 - 10:29
Muito se fala neste tema ainda que, nem sempre se entenda em profundidade o que quer dizer “inteligência emocional” e qual a sua importância no nosso quotidiano.
 
Neste apontamento, vamos divulgar algumas linhas de orientação que podem impulsionar uma nova atitude; um melhor aproveitamento das potencialidades pessoais e profissionais, bem como melhorar a forma de encarar a própria vida e as situações.
 
É sabido que, o sucesso depende de outros factores além da inteligência e espírito de trabalho. As relações interpessoais, a capacidade de trabalho em grupo, a capacidade de ouvir e de se colocar na posição de outros, a capacidade de ouvir a nossa consciência tornaram-se fundamentais num mundo cada vez mais ligado por redes e em que, cada vez mais, o trabalho é tarefa de uma equipa. 
 
Dada a complexidade e o nível de exigência actuais, novos factores se impõem para obter melhores resultados e, ao mesmo tempo, um equilíbrio com o bem-estar pessoal e profissional.
 
Para ter sucesso, alem de inteligência "intelectual" é necessário ter também inteligência emocional, cuja pedra basilar é a autoconsciência, isto é, o reconhecimento de um sentimento enquanto ele decorre. 
 
Nesta dimensão, depreende-se que, o sentimento desempenha um papel crucial na nossa navegação pelas decisões que temos que tomar. 
 
É fundamental ter em conta que, todos nós sentimos por vezes sinais intuitivos sob a forma de impulsos límbicos, vindos daquilo a que António Damásio chama "balizadores somáticos".
 
Esses impulsos são uma espécie de sinais que nos alertam para o perigo potencial e, ao mesmo tempo, nos despertam  para oportunidades de ouro.
 
Segundo Goleman, "a chave para tomar boas decisões pessoais é ouvir os sentimentos", sendo que, o objectivo é o equilíbrio e não a supressão dos sentimentos.
 
Há que ter em conta que, todos os sentimentos têm o seu valor e significado, pelo que, devem ser entendidos e analisados ao invés de descartados.
 
É de anotar ainda que, nem todos os sentimentos são positivos ou adequados a uma determinada situação, pelo que, também se aprende a controlar as emoções e a “utilizá-las” no sentido mais ajustado à realidade.
 
Controlar as emoções é a chave para o bem-estar emocional. Há sentimentos que desetabilizam emocioalmente as pessoas, como a raiva, ansiedade ou melancolia e que podem ser combatidos por exemplo, minando as suposições irreais que alimentam a raiva, ser céptico relativo às dúvidas que causam a ansiedade ou praticar exercício físico, jogos, entre outros ou engendrar um pequeno triunfo, que ajudam a eliminar a melancolia.
 
Por outro lado, devem ser estimulados os sentimentos positivos para que deles se possa tirar partido e obter melhores resultados.
 
Um exemplo disso é a motivação que, é fundamental para realizar qualquer tarefa.
 
É crucial que as pessoas se sintam motivadas. Quanto mais motivadas e persistentes forma maior capacidade e potencialidades terão para atingir os seus objectivos. 
 
Também o controle emocional é uma aprendizagem importantíssima para alcançar o sucesso. 
 
É imperioso adiar a recompensa e dominar a impulsividade que está subjacente a qualquer realização, mas que pode comprometer o momento quando desajustada à realidade.
 
Assim, esses sentimentos podem ser “substituídos” por uma fonte de optimismo e persistência que, podem surgir de forma inata ou através da experiência.
 
O ser humano é capaz de se ajustar a qualquer situação desde que se prepare para tal e que, tenha esse objectivo em mente. 
 
É sempre possível melhorar um comportamento quando se percebe que existe um outro mais adequado e que pode fazer surtir melhores resultados.
 
É possível alterar uma conduta negativa em prol de uma mais favorável sem deixar de parte os sentimentos, simplesmente existe um controle entre aquilo que se pode e o que se deve fazer nas mais variadas situações.
 
Qualquer pessoa tem em mente a ideia de auto-eficácia, a convicção de que domina os acontecimentos da própria vida e que é capaz de vencer os desafios. 
 
O desenvolvimento de uma aptidão, ao tornar a pessoa mais apta e mais disposta a correr riscos e a procurar desafios, reforça o sentimento de auto-eficácia.
 
Um outro ponto a reter é o desenvolvimento da capacidade de reconhecer as emoções dos outros.
 
Quer isto dizer que, a empatia, habilidade de reconhecer o que os outros sentem, desempenha um papel fundamental numa vasta gama de áreas de vida. Nasce da autoconsciência. 
 
A base deste pensamento assenta na ideia de que, só seremos capazes de reconhecer as emoções dos outros se formos aptos a descodificar as nossas próprias emoções.
 
Uma vez que 90% da comunicação é não verbal, devemos estar particularmente atentos ás emoções, já que, são extremamente reveladoras dos sentimentos do seu emissor. 
 
As pessoas empáticas são mais sensíveis a esses sinais que indicam aquilo de que os outros necessitam e tornam-se mais aptas para profissões que envolvam contacto e negociações com outras pessoas, tais como a gestão, por exemplo.
 
Uma outra tarefa não menos importante, é a capacidade de gerir os relacionamentos.
A arte de nos relacionarmos com os outros é também a aptidão de gerir as emoções dos demais, que está na base  da popularidade, da liderança e da eficácia interpessoal.
 
Gerir as emoções dos outros requer a maturação de duas habilidades emocionais: auto-controlo e empatia. 
 
Alem da inteligência emocional deve também existir e desenvolver-se a inteligência interpessoal. Segundo Thomas Hatch e Howard Gardner, há quatro componentes da inteligência interpessoal: organizar grupos, negociar soluções, relacionamento pessoal e análise social, sendo que, a experiência, o contacto com os outros e a capacidade de entender o que se passa em nosso redor, pode ser o alicerce para melhorar a nossa actuação.
 
É fundamental ter em conta que, o desenvolvimento destas potencialidades decorre no tempo; com a experiência, com uma avaliação dos nossos próprios comportamentos e com a humildade suficiente para reconhecer os erros e para aceitar as diferenças, já que, na vida tudo requer um aperfeiçoamento, mas com persistência e uma inteligência emocional equilibrada, tudo se consegue!
 
 
 
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